sábado, 1 de dezembro de 2018

Dezembro


Recebo Dezembro,

final de mais um ano,

com Gratidão.

Pelo ano maravilhoso

com que fui abençoada! 

Paz!

Luzes!

Amores!

Divido com todos meus Amigos Virtuais e Presenciais!

Que sua Criança Interior seja seu Caminho de Alegrias e Bênçãos!

Por tudo, obrigada,

Célia Rangel.

Dezembro/2018

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Aceitação


“Pois quando sou fraco, então é que sou forte” (II Coríntios 12,1-10)

Confessando minha fraqueza mais recente: - a não aceitação.

Ato de humildade...  Aprovar... Concordar... Submeter-se... Conformar... 

Admitir...  Desnudar-se... Ato de caridade...

Há apenas um segredo para um relacionamento feliz, duradouro e bem-sucedido: o poder da aceitação. 

Aceitação não significa que concordamos com o comportamento favorável ou desfavorável da outra pessoa. 

Mas, simplesmente aceitá-la da maneira que é sem querer mudá-la. 

Respeitá-la, como aceitamos nossa maneira de ser, em nosso espaço e individualidade. 

A convivência será bem mais gratificante. Um meio sábio de relacionar-se.

Demonstrar nossas fraquezas, colher com o coração ensinamentos e armazená-los para que frutifiquem, deveria ser o ideal de todo ser humano.

Essa “comunicação-carinho, comunicação-afeto, comunicação- amor” subentende toda a educação que transparecemos em nosso dia a dia.

Somente com o amadurecimento adquire-se a sabedoria necessária para assimilarmos isso tudo.

Aceitação é o primeiro passo para a transformação pessoal e assim contagiar o ambiente em que vivemos ou atuamos.

“Se o grão de trigo cai na terra e não morre, permanece apenas um simples grão; mas se morre, produz abundante colheita” (Jo 12,24).

Célia Rangel

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quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Devanear...

A Realidade do Amor

Que sempre existam almas para as quais o amor seja também o contato de

 duas poesias, a convergência de dois devaneios.

O amor, enquanto amor, nunca termina de se exprimir e exprime-se tanto

 melhor quanto mais poeticamente é sonhado.

Os devaneios de duas almas solitárias preparam a magia de amar.

Um realista da paixão verá aí apenas fórmulas evanescentes.

Mas não é menos verdade que as grandes paixões se preparam em grandes 

devaneios.

Mutilamos a realidade do amor quando a separamos de toda a sua irrealidade.


Gaston Bachelard, in ' A Poética do Devaneio'



terça-feira, 20 de novembro de 2018

Reflexão

SUA VIDA

Sua vida é como um livro.

A folha de rosto é o seu nome,

o prefácio, sua introdução ao mundo.

As páginas são um registro diário de seus esforços,

julgamentos, prazeres, desencorajamentos e realizações.

Dia a dia, seus pensamentos e atos são inscritos em seu livro da vida.

Hora a hora, fazemos o registro que ficará para sempre.

Assim que a palavra “finis” for escrita,

que se diga que seu livro é um registro de um propósito nobre,

de um serviço generoso e de um trabalho bem feito.

 Grenville Kleiser.

Grenville Kleiser era um escritor norte-americano. Ele foi o autor de uma longa lista de livros inspiradores e guias para o sucesso oratório e desenvolvimento pessoal. Kleiser também trabalhou como instrutor em Falar em Público na Yale Divinity School, Universidade de Yale. [Wikipedia]

sábado, 17 de novembro de 2018

Manoel de Barros


"Eu penso renovar o homem usando borboletas", escreveu Manoel de Barros

"A maior riqueza do homem
é a sua incompletude.
Nesse ponto sou abastado.
Palavras que me aceitam como sou - eu não aceito.

Não aguento ser apenas um sujeito que abre portas,
que puxa válvulas, que olha o relógio,
que compra pão às 6 horas da tarde,
que vai lá fora, que aponta lápis,
que vê a uva etc. etc.

Perdoai
Mas eu preciso ser Outros.
Eu penso renovar o homem usando borboletas."

Manoel de Barros escreveu seu primeiro poema aos 19 anos, mas sua revelação poética ocorreu aos 13 anos de idade quando ainda estudava no Colégio São José dos Irmãos Maristas, no Rio de Janeiro, cidade onde residiu até terminar seu curso de Direito, em 1949. Como já foi dito, mais tarde tornou-se fazendeiro e assumiu de vez o Pantanal.

Seu primeiro livro  foi publicado no Rio de Janeiro, há mais de sessenta anos, e se chamou "Poemas concebidos sem pecado". Foi feito artesanalmente por 20 amigos, numa tiragem de 20 exemplares e mais um, que ficou com ele.

Leia mais em:


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sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Meu Templo





Em meu templo mental

Bendigo a areia movediça

Que me afundou

Em seu coração

Onde pude aprender com sua alma

Mergulhando em sua intimidade divina

E assim, colocando-a em prática,

Alicerçar minha vida.

Célia Rangel

terça-feira, 13 de novembro de 2018

GENTILEZA


13 de novembro – dia da gentileza. Gentil: pessoa nobre, generosa, agradável, amável, calma, educada, pacífica. É tempo de promover a paz, por meio de palavras, gestos e ações gentis, com todas as pessoas: chefe, subordinado, esposa, filho, pai, aluno, professor, prestador de serviço, alguém desconhecido.
Seja gentil com quem está ao seu lado, em casa, no trabalho, no lazer, no trânsito. Tenha paciência, bondade, mansidão.

Seja gentil com a natureza, não poluindo o solo, a água e o ar. Seja gentil com o meio ambiente, produzindo pouco lixo e, quando produzir, depositando-o em local próprio. A estética dos ambientes onde você vive – lar, escola, rua, clube, etc. – depende de seus gestos gentis.

Cuidado, porém: é fácil praticar a gentileza com quem é gentil com você. Grandeza de coração existe quando você é gentil com quem demonstra não merecer. Talvez, seja quem mais precise. Quem dá de coração, não quer nada em troca. E também não se preocupa se está sendo visto: gentileza não é teatro. 

Gentileza se faz com gestos de todos os tamanhos. Um jardim é belo quando se abrem flores de vários tamanhos. Você pode ser gentil por meio de um sorriso. Às vezes, basta. Para quem recebe, pode ser um tesouro. Era apenas isso que a pessoa desejava. Você também pode ser gentil com uma instituição que ajuda os necessitados, sendo voluntário ou ofertando bens. Não importa a dimensão do gesto. Grande ou pequeno, só vale se feito de coração.

Imagine mil e uma maneiras de ser gentil, mas pratique-as com naturalidade e sem segundas intenções. O outro percebe quando não há sinceridade.
A gentileza valoriza, eleva, promove. O outro deve se sentir encantado, como se estivesse vivendo num mundo de paz e bondade, não como se estivesse recebendo um ato de caridade. A caridade supõe necessidade; nessa condição, a relação é desigual, em que um é generoso, o outro necessitado.

Acostume-se com a gentileza. Talvez lhe falte o costume. Você foi treinado a desconfiar, a competir, a cultivar aparências, a olhar os defeitos alheios. Assim, ser gentil parece-lhe meio estranho. Pratique-a, então, gradativamente: primeiro, com consciência; depois, de forma espontânea, até que se integre ao seu jeito de ser.

Seu jeito de ser define o mundo em que deseja viver. Em todos os momentos e lugares, surgem oportunidades de praticar a gentileza. Basta sentir prazer e alegria em fazer o bem. Procure construir ao seu redor um ambiente acolhedor e de respeito.
                                                           Ir. Lauro Daros