domingo, 15 de agosto de 2010

Fatos de uma vida pautada na fé.

Ao nascer, no meu batismo, fui consagrada a Nossa Senhora das Graças. E, de certa forma, minha vida sempre foi alicerçada por ela! Mamãe me vestia de ‘anjinho’... apesar de todas as minhas travessuras, para coroar a Nossa Senhora. Depois, fui crescendo e, mocinha, ela me vestia de ‘virgem’ para em procissão ofertar fé, pureza e dignidade a Nossa Senhora. A primeira escola particular em que lecionei em São Paulo chamava-se Escola Nossa Senhora das Graças. Casei-me na Igreja Nossa Senhora da Consolação – SP. Minha primeira filha, a Cláudia, com dez dias de vida faleceu no dia 15 de agosto – Assunção de Nossa Senhora - quando em súplica e sofrimento entreguei-a a nossa Mãe. Ao residir em Ribeirão Preto iniciei minhas atividades profissionais no Colégio Marista que nos idos de 1938 quando de sua fundação, recebera o nome de “Ginásio Nossa Senhora Aparecida”. Ao adentrar no mesmo, no pátio central, como que abençoando a todos fui recebida pela imagem de Nossa Senhora das Graças. Inúmeras vezes com alunos, pais, professores e comunidade em geral participei com minha família de celebrações mariais. Fatos, datas, acontecimentos que adornam minhas lembranças de uma convivência feliz. Com minhas orações externo aos Irmãos Maristas – “Irmãozinhos de Maria” – vocacionados no exemplo de seu fundador São Marcelino Champagnat e na fé da Boa Mãe – fraternais saudações pelo “Dia do Marista”. Célia Rangel.

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