quinta-feira, 19 de agosto de 2010

A singularidade

Envolver com o olhar e, absorver... Ver o mundo refletir suas cores. Sol e Lua que no desencontro se amam Um aquece o dia e a outra ameniza a noite. Sol que se entrega para o mar No vão de uma janela aquece a esperança... Lua que ama a terra e acalenta sonhos... Na transparência de uma vidraça ilumina corpos. Despertam e exploram sentidos e sentimentos No encontro com o planeta e, Na quietude de seus rastros luminosos Adornam graciosamente a natureza! Nuvens se contrapõem no exercício da humildade Para que ambos “astros” se igualem Sem soberania... Apenas tocantes... Envolventes... Insubstituíveis... Únicos! Célia

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