sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Celebrar 7 de setembro?

Às vésperas de mais uma data significativa de liberdade para os brasileiros... entoam na mídia escabrosas palavras politicamente incorretas pulverizando promessas que desde há muito não acreditamos. Dá-nos a impressão de uma paródia da letra do "Hino da Independência"!
Triste é ver que da miséria... da inexistência de: saúde, educação, segurança... da mínima condição higiênica de se viver... de um salário digno e não de esmolas de bolsas: família... educação... telefone... cotas universitárias... salários minimamente mínimo mesmo... aposentadorias que jamais tranquilizam aqueles que deram seus melhores dias de saúde e vida para o país! É neste cenário que buscam elegerem-se os “espertalhões”, com suas fichas limpas ou sujas... ou verdadeiros “Alices no país das maravilhas” que se fazem de cegos... E, prometem! Ah! Como prometem! Vão melhorar tudo!
É subestimar a nossa inteligência! Poderíamos exercitar nossa voz para bradarmos “Independência ou Morte” diante das urnas em outubro! Fica o questionamento: há opções plausíveis para isso? São sempre os mesmos. Sempre a mesma história. Difícil é visualizarmos um final feliz.
Gostaria de ver políticos sem remuneração alguma! Políticos, cidadãos realmente com amor à Pátria! Não com objetivos escusos de polpudos vencimentos, gratificações e inúmeras mordomias. No máximo que vivessem com uma verba representativa de um salário mínimo! Com certeza não haveria toda essa palhaçada política que antecede ao período em que somos obrigados a elegê-los. Obrigação esta, que nos escraviza, e não liberta! Célia.

2 comentários:

  1. A sociedade tem créditos incalculáveis a receber do(s) governo(s), que, no geral, só tem a dar os mínimos e arrecadar os máximos. Não há estoque de credibilidade há muito tempo. Nem de seriedade. A covardia começa com uma reforma política honesta que não se faz. Há interesses, claro. Além dessa bobagem de voto obrigatório. Nada mais grotescamente antidemocrático.

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  2. Ótima amiga, você disse tudo.É só dizer que vão ganhar um salário, por exemplo: como o de professor, vê se fica algum candidato? Nosso país é um picadeiro, tem até um palhaço candidato. Beijão

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Célia Rangel,
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