quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Nem tanto ao Neymar...nem tanto aos Limites!

Perdemos nossos limites. Nossa zona de contenção. Mesmo chegados à idade adulta, tida como maturidade, muitas vezes demonstramos uma total desorientação! Valores? Posturas? Ética? Palavrinhas meio em desuso. E, quem as usa logo é taxado de antiquado... Filhos que desrespeitam pais... Pais que desrespeitam filhos... Alunos que desrespeitam escola e seus integrantes todos... Escola que não se adéqua aos tempos de hoje... Profissionais que não se enquadram aos valores da empresa... Empresa que não gesta, apenas dita seu código incongruente... Famílias que competem debaixo de um mesmo teto sem a mínima compreensão das individualidades... Crises de autoridade evidenciam-se em todos os setores... Cada um quer se mostrar mais poderoso que o outro... E, para fazer média com isso tudo, submetemos goela abaixo o estabelecido. Ou por medo, ou por falta de identidade própria não avançamos o sinal. Nem questionamos sequer. Ouvir e dialogar duas ações inteligentes as quais pouco utilizamos! Ficamos à mercê da ditadura dos mandamentos, das regras da moral e dos bons costumes... Quem dita isso tudo é íntegro? Ou um mero vilão da história? Li em um texto do escritor Lauro Daros: “Há encantos na impureza...! Ai dos puros! Elogios no velório, só”. Grande verdade! Julgamos todos e suas ações... se ponderássemos um pouco como o escritor citado, mudaríamos nossa ótica! Falta-nos o bom senso! Célia

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