sábado, 16 de outubro de 2010

Freud explica...

As razões não me perguntem... mas sempre admirei meu ancestral macaco! Se pudesse, tê-lo ia em casa! Mas, ecologicamente correta, deixo-o na selva – seu habitat natural. Tatuo-o em meu ser! Deve ser sua agilidade, irreverência e alegria que admiro... Ainda mais agora, carregando esse esqueleto rumo à década dos setenta... percebo o quanto de “macaca” perdi em meus ossinhos... Só pode ser isso! Agitar sempre! Parar nunca! Acredito que mesmo depois de inerte... vou pular acrobaticamente nas nuvens... Brincar de “esconde- esconde”... com os “anjos do paraíso”... dar-lhes umas boas bananas... afinal, alimento indicado pelos nutricionistas... e, quando o clima ficar “suspeito” esconder-me magicamente na densa vegetação! Cinicamente, no céu ou no inferno... eu brincarei mesmo! De seriedade, chega por aqui! Bem, isso se o “bicho-homem” até lá não exterminar com as florestas... Ai terei de fomentar uma “bolsa macaco” com o futuro presidente... E, não conseguindo, terei de me satisfazer com o “roda-bolsa”... setor privilegiado de poucos! Até por lá... Célia :)

Um comentário:

  1. Hahaha, você é demais! Gostei das bolsas, eta mulher criativa. Beijos

    ResponderExcluir

Seu comentário evidencia o seu 'pensar'.
Saiba que aprendo muito com você.
Obrigada, meu abraço,
Célia Rangel,
Autora responsável pelo blog.
Obs.: NÃO POSTAREI COMENTÁRIOS ANÔNIMOS.