sexta-feira, 1 de outubro de 2010

FUGIR

Do espaço onde estou Não ver mais figuras inertes Abnegadas sem reação alguma Impotentes diante de mandos e desmandos... Sem caráter. Sem moral. Sem crença. Quero respirar... voar... sentir A pureza e a simplicidade de um novo tempo Da minha alma, dos meus sentidos... Sem crises existenciais que me sufocam! Cansei. Quero poder manter a paz da solidão. Quero ser somente eu íntegra e serena... Basta. Afinal, hoje, quem sou eu? Um fantasma que vive se arrastando pelo mundo das incoerências... dos fingimentos... Pra quê? Quero um espaço no infinito onde caiba somente o coração... Nele está minha alma! Onde possa espreguiçar toda minha vida abolindo a razão. Sou responsável por aquilo que escolho... Faço um inventário das minhas emoções... Íntimo espaço! Célia

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