quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Alfabetizados ou Escravizados?

Se buscarmos definições para as palavras abaixo mencionadas em qualquer dicionário... nossa reação será de espanto diante do que assistimos na realidade e, via mídia em geral! Educação – processo para o desenvolvimento físico, intelectual e moral de um ser humano. Civilidade. Polidez... Escola – estabelecimento de ensino... Cultura – conjunto de padrões de comportamento, crenças, costumes, atividades de um grupo social. Conhecimento. Instrução... Professor – pessoa que ensina uma arte, uma ciência, uma técnica, uma disciplina... Aluno – quem recebe instrução ou educação em estabelecimento de ensino... Pai / Mãe – aquele (a) que trata alguém com a dedicação de um genitor (a)... Isso tudo para situarmos prioridades na formação de uma pessoa, nos dias atuais. Avalia-se tanto qual a melhor escola para o filho... O processo de ensino-aprendizagem que o mesmo irá receber e tantas outras qualificações de arquitetura e acomodações do prédio, de modismo, de classe social... Ainda com aquele valor de que onde for mais oneroso é o melhor... A busca da grife! Novas disciplinas... Tecnologias todas... Língua estrangeira... Esportes... Fitness... De preferência período integral, menos trabalho no lar... E a escola passa a desempenhar o papel da célula familiar. Esquece-se o primordial – a fomentação do amor no berço para essa criança... Valores que se absorvem no seio materno e se reproduzem pela vida toda. A “Escola prédio” e a “Escola humana” não têm esse cordão umbilical para agregar tais valores. Congestionada com seus conteúdos, avaliações, objetivos... prepara mesmo a pessoa para a vida? Aqui é primordial a presença dos pais. Então surge o caos. A Escola é desagradável. A internet, os sites de relacionamentos, eletrônicos em geral, despertam mais paixões e contatos na substituição da oferenda gratuita do amor-família. E, nossos jovens seguem como uma “manada” submetendo-se a fazer o que a patota faz... Massificantes testes deturpados... que irão “aferir” sua capacidade para a vida profissional... E o sistema emperra... Reuniões e mais reuniões governamentais para explicar o inexplicável... Gabarito? Não! As correntes do poder! Perdeu-se o melhor de tudo – o bom senso – a coerência... De repente manipulou-se o jovem e esqueceu-se do adulto que ele será! Eterna marionete? Ou detentor das correntes? Célia

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Célia Rangel,
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