sábado, 6 de novembro de 2010

Estradas do coração

Errante... Inconstante... Vadio... Oscilante... Deixa-se levar pela onda do pulsar vermelho que ferve nas veias no amanhecer, entardecer, ou na escuridão da noite.
Um boêmio descompromissado, passo a passo no compasso, arritmia inútil que com tantas taquicardias já se esvai... No desvio do caminho – a esperança A magia e a ilusão da eterna serenidade!
Quanto fez? Quanto amou? Amnésia apoderou-se. Esburacado nas decepções, Asfaltado nos sonhos, Interrompido nas desilusões...
Viveu... Amou... Doou-se. Sem moderação ou arrependimento.
Foi ponte! Célia

Um comentário:

  1. Ei coração! Não para de palpitar, hora por alegria, hora por tristeza. Você está muito inspirada, parabéns!

    ResponderExcluir

Seu comentário evidencia o seu 'pensar'.
Saiba que aprendo muito com você.
Obrigada, meu abraço,
Célia Rangel,
Autora responsável pelo blog.
Obs.: NÃO POSTAREI COMENTÁRIOS ANÔNIMOS.