sábado, 25 de dezembro de 2010

Natal!

Tarde preguiçosa e mágica! Minha criança aflora determinada. Assistir Branca de Neve e os sete anões. Flutuei nas nuvens da imaginação. Sonhei. Sorri com a meiguice. Gargalhei com as trapalhadas. Meu Papai-Noel chegou! Trouxe-me a alegria de ser criança. Que delícia é entregar-se. Deixar que tudo aconteça. No passo e compasso da infância. Afinal, hoje o Menino Jesus sobre palhas e o olhar carinhoso de Maria e José esboçam a tela da Sagrada Família. E, toda a família deveria ser sagrada. O olhar puro e as palavras sinceras, sem autocensura, de uma criança mostram-nos a simplicidade do ser e do viver. Por que será que complicamos tanto? Ah! O pensamento, energia que como o vento pode transformar-se de uma brisa encantadora a um vendaval aterrorizante e destruidor. Na personagem da Branca de Neve senti a procura da humanidade pelo amor. Fazer tudo por amor. Ser simplesmente em amor. Já nos anõezinhos vi várias personalidades com quem convivo ou convivi: aquele que sempre é do contra... o que diz saber tudo, mas esquece... o atrevido... o preguiçoso... o chorão... o mudo... o alérgico... Enfim, personagens do nosso contato diário! Sem esquecer-se da bruxa... essa então sempre está à espreita para puxar nosso tapete. Ainda bem que surge um príncipe que não vira sapo e deixa ternura no ar! Na floresta encantada estamos todos nós à procura de amor, de compreensão, de ilusão e sonho, de magia e encantamento que nos carregue no cavalo branco... Sonhe... é Natal! Célia.

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