sábado, 31 de julho de 2010

Elimine

... os pertences inúteis da vida ... as buscas impossíveis das dúvidas ... as certezas desgastadas das possibilidades ... os rancores armazenados dos desafetos ... a deslealdade dos contatos amorosos ... a lamentação das perdas e ganhos ... as tristezas inférteis da vida ... a arrogância ostensiva do perfil ... a ignorância descomedida das ações ... o desamparo provocado pelo ostracismo ... a fatalidade que envolve pensamentos ... o inferno que habita a mente ... a malícia que invade o corpo ... as concessões que escravizam o homem ... a hipocrisia arma dos fracos ... a infidelidade traidora dos sentimentos ... os excessos que destroem o bom senso * Busque a autenticidade do ser! Célia.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Ser livre

Voar como a gaivota Fernão Não ter medo de novas aventuras Ser um eterno aprendiz! Não quero só pão e circo... Quero espaço... quero o mundo... o céu! Não quero ser igual: sou único... diferente... Veja minha íris... minhas digitais... Não me enquadre em leis e dogmas... Não preciso de nada disso para viver. Saborear o prazer da liberdade, da decência Registrar com a vida, minha autenticidade Se isso custar desprender-me... já o fiz Preciso vencer meus limites, ser crítica Já cursei todo um ciclo... estou em outro! Outros desafios... outros questionamentos... Buscar a perfeição do que gosto: ser feliz! E, se possível, suave, veloz e livre sempre! Amando e sabendo olhar com entendimento,
Em novo estágio de vida... O outro, pelo outro e com o outro! Célia.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Dieta mágica

Não há alimento melhor que sentimento Corações que se entregam Almas que se encontram Mantêm uma recordação eterna Sinto-me saciada por meus amigos Toda a carência, a desnutrição sentimental Foi abastecidíssima Palavras, afetos, risos, gargalhadas de nossos erros Recordações de momentos meus e nossos Povoaram meus dias Hoje, doces lembranças Uma foto, uma música, uma frase, um poema Amigos... uma dieta para todos os dias! Mágica nutrição, remédio eficaz. E um detalhe: não se compra... O abastecimento vem naturalmente Não é genérico e sem agrotóxico... Apenas, amigos! Célia.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Fértil ou Árido (?)

Um olhar... um beijo... um abraço... um afago... A ternura. Fonte de energia que, uma vez seca, enrijece o encontro de almas, muito antes que os corpos. Estranhos, ausentes... Afagar... tocar... sentir... é a temperatura de seres que se encantam... se cativam... se cuidam... Arquivo fértil de emoções. Que em preciosos momentos poderão ser resgatadas para em terra fértil brotar a semente longe da aridez do seu coração! Na permissão de todo um ser que acolhe... abriga... protege... doa... Aceita as diferenças e constrói o amor surpreendente e penetrante como a brisa do mar! Célia.

domingo, 25 de julho de 2010

Intenso

Há várias fases na vida de todos nós. O nascimento. O desenvolvimento. A finalização. Temos um plano a desenvolver. E, a preciosidade de cada minuto, evidencia-se nas experiências que deixamos desabrochar. Negligenciar tais fases é o mesmo que negar a vida! O nascer desvenda o amanhecer. O desenvolver aporta-se no entardecer. E, o finalizar com suas nuvens, no anoitecer. Luzes em geral compõem o cenário: a do sol, esperança... a da lua, prelúdio... e, a das estrelas, crepúsculo... Archote das ilusões, das paixões, dos amores Sinaliza uma tênue nesga de um imortal olhar... Findo... Célia

sexta-feira, 23 de julho de 2010

O meu lugar

Não adianta me tirar... Esse é o meu lugar! Aqui eu domino... Faço e aconteço! Posso sair, vagar pelo mundo, mas minha marca ficou... Muitos sentirão minha presença. É eterna. A minha grandiosidade, o meu ser me basta. Sou. Claro que sinto saudades. Que sou humano. Que tenho muito amor para dar e receber... Mas, não me subtraia. Eu ainda sou. Não é bem o que você está pensando... Preciso de você, mas inteiro. Não às metades. Não me satisfaz. Minha consciência, meus valores, minhas verdades... Meu silêncio as pronuncia... Espaços vazios perdem o sentido, Pois preencho com meu amor! Aquele que me criou sabe Do furacão de pensamentos que há em mim. Na esfera terrena, não somos eternos, No espaço cósmico entrelaçamos nossas mãos Cumplicidade...
Somos! Marca registrada de um fértil querer bem. Longa viagem... Encontramo-nos! Célia.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Perder... ou Entregar... (?)

A vida nos traz belas surpresas e nos deixa extasiados diante de situações inusitadas! Não nascemos para perder. É natural do ser humano, apenas querer ganhar, vencer, lucrar! A decepção de um fracasso deveria ser fonte de ensinamentos... Para superarmos obstáculos, necessitamos de estratégias e dinamismo. Enfrentar uma perda emocional é necessário reorganizar nosso coração e mente para acomodarmos sentimentos e emoções. E, continuar vivendo. Até porque essa é a meta de vida de todos nós. Conviver com o sim da alegria e permissão e o não da advertência... do stop! Há um tempo necessário para se curtir e embalar a dor, o sofrimento, a cruz, a morte... Mas há também o período da ressurreição! Ressurreição de quem partiu e dos que ficaram... É a entrega... O deixar partir... É a florzinha do Pequeno Príncipe que por mais que ele a amasse... Partiu... Fomos criados para uma vida em harmonia, feliz, em plenitude. Depende da escolha que fazemos. Queremos cultivar alegria, serenidade, sabedoria, maturidade? Ou fixarmo-nos nas ‘birras’ da nossa infância? Célia.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Memória.

Um flash do meu olhar, Gravou uma foto sua. Imagem... Escaneada pela minha íris, Arquivada em minha mente, Povoa meus pensamentos, A todo instante revelo-a. E no porta- retratos do coração, Habita terna e eternamente... O encontro foi cultivado. O encanto perpetuado. Na magia do amor... A aura do mais profundo sentimento... A moldura das nossas existências. Célia

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Dia Internacional da Amizade

Amigo é aquele que interage conosco. É capaz de sublimar nossas falhas. Ouve-nos e, ensurdece-se. Olha-nos e, cega-se. Fala e, emudece. Totalmente cúmplice. Transborda afeto. Doa carinho. Nada pede. Não exige. Não julga. Contempla-nos. Mostra caminhos. E, nas entrelinhas deixa seu recado. Cultiva-nos sempre mais e mais. Rega-nos com muito amor. Mesmo distante, fotografa-nos em sua mente. Sintonia intensa, visceral. Surpreendente sempre. Sem prazo de validade. Amigo... é. Célia No dia 20/07 e, em todos os dias quero agradecer por você ser meu (minha) amigo (a). Deus o (a) abençoe sempre.

domingo, 18 de julho de 2010

A arte do conviver e do aprender – O caminho do conhecimento

Por meio das falas, dos gestos, das atitudes e da comunicação, seja ela verbal ou não verbal, intencional ou até involuntária, o ser humano troca informações com seus semelhantes. A arte do conviver e do aprender é uma metodologia ensinada ao longo de nossa vida através de pequenas atitudes que nos são apresentadas como exemplos e modelos nas relações que estabelecemos com a família, a escola, o trabalho, o lazer, e outros. É nesse momento que se torna necessária uma consistência no diálogo, a fim de garantir uma troca eficaz de experiências onde se respeite as diversidades com a consciência de que as mesmas podem caminhar juntas, promovendo o intercâmbio de ideias e a cooperação entre emissor e receptor da informação. Como educadores, nos perguntamos quais as possibilidades de transmitir esta arte e desenvolver as dimensões fundamentais do indivíduo e do cidadão, no contexto familiar, escolar e social. Claro que o tema é vasto e complexo, todavia, podemos ter presente alguns elementos importantes de reflexão quando pensamos em fortalecer o caminho do conhecimento, da convivência e da aprendizagem: • É importante reconhecer que o estudo de todas as disciplinas contribui com a aquisição e solidificação das competências pessoais, comportamentais e éticas, não só cognitivas; • Ressaltar a centralidade da pessoa e estimular o respeito das diversidades e ter consciência de que as mesmas podem caminhar juntas, promovendo o intercâmbio de ideias, preservando e respeitando a individualidade das pessoas; • Favorecer no aluno a busca da própria identidade, orientá-lo para fortalecer as próprias habilidades e talentos, ajudando este estudante a compreender as diferenças, no sentido amplo de considerar a maneira de cada um ver a realidade, de dar significado às experiências e aos aspectos da vida; • Fortalecer o significado da comunicação e do diálogo, para que assim o aluno compreenda a importância de entender e se fazer entender. A troca de informações nada mais é que uma aula onde experiências e pontos de vista são expostos a fim de compreender a diversidade existente no ambiente em que vivemos. Devemos lembrar que a palavra “aluno” origina-se do latim alere, que significa nutrir, alimentar, amamentar. Neste contexto, é possível afirmar que o termo aluno é o mesmo que “crescer”, pois quando alimentamos ou nutrimos algo é com a intenção de fazê-lo se desenvolver. O conhecimento apresentado não só como informação, mas como alimento do crescimento, torna-se ferramenta para o fortalecimento da autoestima e autorrealização do aluno. A palavra “comunicação”, que tem sua raiz etimológica no termo latim communicare, da “communis”, “ben comum”, indica algo a ser compartilhado, aquilo que queremos “tornar comum”. Deste modo, estimular a curiosidade e a comunicação entre alunos, para que eles compartilhem o bem comum de cada um, e valorizar os questionamentos abre espaço à confiança e ao respeito recíproco. A arte do conviver e do aprender depende do comprometimento pessoal com a valorização da vida e do viver, orientado pelas nossas crenças, paradigmas, opiniões e ações. Ao assumir este compromisso, novas maneiras de encarar o mundo virão como consequência, refletindo em um pensamento mais flexível, criativo e inovador, que nos leva à realização pessoal e à possibilidade de sermos fiéis ao nosso potencial, qualidades e objetivos. Texto de Shinyashiki – consultor, palestrante e diretor da Sociedade Cre Ser Treinamentos. Autor do livro Viva Como Você quer Viver (Editora Gente). Site:www.edushin.com.br.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Serenidade

Uma fase plena na vida Felizes os que a atingem! O olhar é calmo e, profundo... Vidente e investigador, Traz soluções do horizonte. A consciência ampla em conceitos Sabe acolher, dar e receber... O coração aberto aos afetos Uma primavera de sentimentos! Tudo é saboreado como último... Vivido, acalentado no mistério De vidas... Que se beijaram...que se amaram... Que se veneraram... Na serenidade do existir ! Célia

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Sensibilidade

Um suave som Envolvente Preenche espaços Aquece corpo e alma Afaga e nutre o coração Mostra o tamanho exato Da pequenez humana. Embala um ser desde que nasce Até seu retorno... A trilha sonora de uma vida Contempla a grandeza de sentimentos Alegrias, dissabores e esperanças... Eternas recordações de carinhos e ilusões Melodia de enlevo e entrega de amor... Som, expressão da aura humana! Célia

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Sentimento...

Sentimento, uma escolha de momentos, Felizes como uma chegada: amo você. Ou, Tristes com uma despedida: adeus! Superficiais, ou de fulgurante essência... Entrega-nos apenas com o olhar Ao sentirmos a plenitude do encontro. É a permissão do sorriso, É repartir cumplicidade, É entender desejos. É levitar sem pressão alguma... No espaço do amor que recebo, E retribuo livre e feliz. Em um lar. Em um berço. Ou, no terço final... Sentimentos! Célia

terça-feira, 13 de julho de 2010

Até a tartaruga!!

Uma tartaruga do santuário de Tortoise Gardens, na região da Cornualha (sul da Inglaterra), fez amizade com uma tartaruga de plástico. Timid Timmy ("Tímida Timmy" em tradução livre) foi mantida em um viveiro separado depois que outras tartarugas a rejeitaram e a excluíram do grupo. Para ela não se sentir só Joy Bloors, a dona do santuário, colocou uma tartaruga de plástico em seu viveiro e desde então os dois são inseparáveis. Fonte: BBC Brasil

Um pingo.

Colocar ‘pingos’ nos ‘iis’ Colocar um ponto final. Ouvir um pingo caindo De uma torneira Ou em um telhado. O pingo que molha a terra Um pingo de gente... Não ter um pingo de grana! Muito menos de paciência... Um pingo! Soberano e inoportuno Muitas vezes. Já em outras, acalentador! Um pingo, inferioridade total! Pingo, um cão obediente... Faz a alegria de uma criança Um pingo de carinho... Energia deslumbrante! Um pingo de esperança... Ansiedade no ar! Um pingo de amor... Basta. Célia.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Desfigurando...

Nasci, uma tela em branco Fui projetando sonhos, ilusões Com todas as cores do arco-íris Perdida no mundo da fantasia. Era uma artista ‘cantora’ Cabo de vassoura o microfone E na minha caverna emocional Esvaziava prazer e paixão pela vida. Acarinhando ideais... A tela não ficou em branco Muitos planos... pinceladas... Será que me enganei nas cores? Projetos incríveis: Realização pessoal, Príncipe encantado... Que não virou sapo. A idealização de um lar, A concretização. Os filhos... o filho Sonhos... Na bienal da vida Uma obra de arte... No álbum das lembranças, Manchas desfiguradas. Célia.

domingo, 11 de julho de 2010

40 anos...

Há quarenta anos eu acordava numa bela manhã de sábado para realizar um dos meus grandes sonhos. O de unir minha vida à sua. Sermos parceiros e cúmplices de nossas individualidades. Transformá-las em uma só. E, conseguimos! Por trinta e dois anos, tudo foi partilhado entre nós. O amor. As alegrias. Os sucessos. Cada conquista. O respeito. A amizade. O carinho. A abnegação. Filhos. As dificuldades e insucessos. A saúde e a doença. Tudo com muita serenidade e aprendizado de vidas que se doam. Você concluiu sua passagem terrestre. Vive agora no reino celeste. Nobre. Pessoa indescritível que recebi de presente em minha vida! Eu, durante toda essa sua ausência de oito anos, esmero-me para cumprir minha missão e acordar em um belo dia junto a você num reencontro final de nossas vidas. O que traçamos para nossas vidas, continuo executando. Nosso sacramento do casamento, nem a morte separou... E, sei que você segue meus passos como sempre o fez. Amigo. Companheiro amoroso e fiel. Essa energia ficou entre nós. Até mais, meu grande amor!
Célia.

Vernissage de uma vida.

Uma noite todinha para te amar palavras, sentimentos, emoções o enlaçar de almas e corações. E, um dia todo para acordar e, ver que tudo não passou de um sonho. Acondicionar esse momento No museu da existência. Propiciar uma exposição de ternura para que outros tenham a possibilidade ainda que através de um plágio arquitetarem suas vidas. E, no vernissage do belo, a explosão de toda nossa verve na arte de amar. Célia.

sábado, 10 de julho de 2010

Cegueira

Pessoas ou coisas passam por nós e não vemos! Só depois quando não mais estamos juntos é que avaliamos o quanto era bom! Indefinível sentimento esse da cegueira e insensibilidade... Causa uma profunda dor e não há cura imediata Tempo! Mais uma vez ele – o tempo – dá-nos o espaço favorável para o preenchimento de vazio. Suspiramos! Condenamo-nos! De nada mais adianta, pois ficou perdido... na distância da contemplação... momentos por nós descartados. Parecemos autômatos em busca de uma hipócrita felicidade. Pois, se não sabemos valorizar quando estamos nela inseridos, como construí-la? Espaço para desfrutarmos de tudo o que é belo temos, mas preferimos muitas vezes reduzi-lo a lamúrias e sonegações de um amor próprio rançoso... Abrir janelas da alma e do coração! Deixar a brisa encantadora da vida bafejar luminosidade feliz em você... No mínimo, perfeito acolhimento, Em seu celeste intimista. Célia

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Ao sabor da ignorância.

A loucura humana chega a um ponto que ficamos estupefatos com o que vemos, assistimos, ou somos mergulhados! Já que a ‘copa’ não deu pico de audiência... a mídia refestela-se toda no crime. Orgia? Prazer? Sexo? Estupro? Incesto? Pedofilia? Bebidas? Drogas? Em tudo isso, envolve-se VIDA! Desvalorizada no underground da civilização! Buscam-se razões para atitudes insanas, tresloucadas. Impossível. Nada justifica. Irresponsabilidade total. Crueldade. Animalesco? Não. Os ‘tidos’ animais são em geral, muito mais ‘humanos’ que nós em muitas de nossas ações! Vida! Vida gerada! Vida prostituída! Vida abortada! Vida desperdiçada! Vida marginalizada! Famílias destroçadas em um grau de sofrimento incomparável! Um iceberg estampado em muitas fisionomias, outras, incrédulas com o que veem e ouvem... John Powell refere-se com muita propriedade: ..." porque não vivemos mais plenamente... porque não saboreamos cada momento dessa grande oportunidade chamada vida?” Busca-se a realização pessoal ou profissional: o poder, o sucesso, o glamour... Qual o preço que pretendemos pagar por tudo isso? Com nossa própria vida? E, você já parou para pensar que não é dono de nada? Tudo lhe foi dado por empréstimo e terá que devolver. Recebeu uma vida pura, angelical mesmo. Como será essa devolução ao Senhor da Vida? Célia

Expressando

Medos enterrados A qualquer momento despertos poderão ultrapassar a barreira do sentir-se só. Seguindo na busca de ser feliz... realizar sonhos, amando na intensidade real do querer e fazer o bem. Realidade estampada no cenário a dois que em um se resume o grande amor: - na solidão... Ou, no encontro... O medo da alternativa. Célia

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Paulo Coelho

Sempre existe no mundo uma pessoa que espera a outra, seja no meio do deserto, seja no meio das grandes cidades. E quando estas pessoas se cruzam, e seus olhos se encontram, todo o passado e todo o futuro perdem qualquer importância, e só existe aquele momento.

De São Paulo a Ribeirão Preto: razões de vida...

Uma cidade: São Paulo Um ano: 1970 Uma igreja: Nossa Senhora da Consolação Uma trilha musical: Dr. Jivago Um homem: Flávio Uma mulher: Célia Um motivo: Eterno amor! Uma razão: Selar o sacramento do amor no matrimônio! Um louvor: Senhor, como mulher e mãe, graças te dou por todo enternecimento em minha vida! Uma cidade: Ribeirão Preto Um ano: 2002 Uma capela: Bom Pastor Uma voz: do amigo Cláudio Um homem: Flávio Entre nós: Amigos Uma mulher: Célia Um motivo: Amor dilacerado Uma razão: O retorno à casa do Pai Uma oração: Obrigada, Senhor, por ter colocado em minha vida essa pessoa. Agora, ele é seu! Célia

terça-feira, 6 de julho de 2010

Fernando Pessoa

Enquanto não superarmos a ânsia do amor sem limites, não podemos crescer emocionalmente. Enquanto não atravessarmos a dor de nossa própria solidão, continuaremos a nos buscar em outras metades.
Para viver a dois, antes, é necessário ser um.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Assumindo...

Uma explosão de sentimentos: Amar e nascer! Não sei se nasci para amar ou se amo para nascer... Sei que me sinto inebriada... Uma gestação a brindar a cada dia! Com todo amor que tenho para lhe dar... Aprendi com a vida, com o Sol, com o canto e o poema, A verdadeira razão de amar. O caminho para se chegar a ele é maravilhoso: Doação, dedicação, respeito, humildade, confiança Entrega total... Uma sensação de flutuar no espaço da alma alheia... De te olhar e calar diante da magnitude sensível renascendo e cristalizando em nós. Perfeitos. Seletos. Íntegros. Nós! Célia.

sábado, 3 de julho de 2010

Seguindo...

Pela rua vou passando, Revendo lugares e pessoas, Que antes apenas via. Hoje, olho e observo-as: Sofridas algumas, Envelhecidas outras tantas, Curiosas, amáveis, educadas... poucas. Em sua maioria apressadas. Correm em busca de quê? Muitas vezes nem se dão conta! De tamanha pressa... Que as cegam para Sentimentos e encantamentos, Da magia do encontro. Imensa é a felicidade em ver O outro... senti-lo... amá-lo... Lacrar esse momento, Na eternidade do prazer!
Célia

Músicas do momento...

I)- "Dunga e seus Anões"... Eu vou... eu vou... pra casa agora eu vou... II)- "Chapeuzinho Vermelho"... Pela estrada afora eu vou bem sozinho... III)- "Mi Buenos Aires querida...cuando yo te vuelva a ver...

IV)- Adios muchachos, compañeros de mi vida, Barra querida de aquellos tiempos. Me toca a mi hoy emprender la retirada...

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Pertencer ou Individualizar-se?

Estrelas solitárias ou Constelações? Grupo? Equipe? Time? E assim, assistimos a uma ópera dramática que em noventa minutos de execução, nos levou do sucesso ao fracasso. Faltou união? Garra? Competência? Um bom maestro? Ou... Sabedoria? Serenidade? Sagacidade? A verdade é que agora, aquele ônibus que se dizia lotado por cento e noventa milhões de brasileiros... praticamente voltará vazio... Aqueles que ‘representaram a pátria’... seguem seus caminhos, via Europa... Salários garantidos... Vida alicerçada. Enquanto isso, nós que lotávamos o ônibus de esperança ‘no outro’, curtimos nossa decepção! Gente! O Brasil é muito mais que alguns homens com suas chuteiras, salários milionários, toda assistência médica, nutricional e demais mordomias! A vida continua. Em nada mudou para mim, perder ou ganhar. Claro que o sabor da vitória seria outro, mas fica provado que a prepotência, a ditadura do mando, nem sempre resolve... Eu diria até que nunca resolve. Fim de um sonho. Início de muitos outros...
Célia.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Você

Promessas feitas... Amores correspondidos. Não o esqueci... Sua tatuagem ficou. Não consigo mais ser... Hoje conjugo o passado, Num presente de saudade, E num futuro sombrio... Fui... Sou... Serei... Tua! Eternamente... Célia