terça-feira, 30 de novembro de 2010

Um detalhe apenas...

Meu mistério
Teu mistério
Espíritos de luz
Brincando no palco da vida
Experiência única
Perfeita divindade
No amor.
Célia

domingo, 28 de novembro de 2010

Verdades inteiras

Minhas luzes, meus enfeites, meu consumo... Meu Natal! Nas entranhas preparo meu advento - uma nova vida, Nada de superficialidade! Quero ir ao encontro de uma promessa renovadora. Quero uma espera nada mórbida, mas vigorosa. Concreta, na medida das minhas experiências diárias. Quero olhar para o meu passado e glorificá-lo, Na perspectiva de um futuro amoroso. Que renasça em mim, em nós, como fonte de vida Livres para amar e sermos amados. Com a inteligência da paz... E a sabedoria da solidariedade. Fico à espera do renascer... Nada mais. Célia

sábado, 27 de novembro de 2010

Atrevimento

Se caráter exalasse, qual seria o odor da sociedade? Esquartejamento de cidades tidas maravilhosas...
Seres humanos com as mesmas dores e anseios Amedrontados! Degolados!
A cor e o calor do sol que dá vida à natureza Perdem-se no frio da hostilidade!
Poder, egoísmo, fraudes, subversão, Medo, desigualdade, ressentimentos esfriam as relações humanas.
Urge abrir meu mundo para você fazer parte dele com dignidade... Experienciar-me como pessoa no outro – dar permissão pra isso acontecer... Compartilhar a magia da intimidade: sentimento, pensamento e diálogo.
Olhar morro e planície em um só plano, não o mercadológico e ostensivo, Mas o da plenitude sábia da coexistência pacífica.
Filhos de um mesmo Pai... ou não? Célia

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Tempus Fugit...

Nasceste para mim. Presente divino! Hoje, tem festa no céu, pelos seus 70 anos. Partilhei muito pouco. Queria mais... Mas você tinha outra missão... Nossa convivência revelou que podemos conjugar o verbo amar, em todos os tempos na aula da vida. Estamos desunidos? Sinto-o tão perto! No entanto, há um espaço enorme que sangra e arrasta solidão... Seu olhar... seu abraço... Seu beijo... seu carinho e cuidados... Arrebata-me em sonhos... Quantos ensinamentos e experiências trocadas... No silêncio e na contemplação marcantes diálogos! Novo encontro? Quando? Espero há muito... Aprendi a te amar. E agora, como esquecê-lo? Na escola da vida faltei na aula do desamor... Célia

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Sinfonia inacabada

Última ária da minha ópera. Esqueci de mim, dos meus sonhos... Do meu gosto... do sabor da vida... Dos meus encantos! Perdi meu maestro... Vivi no outro, pelo outro... Fui alicerce em outras edificações... Eliminei-me. Hoje, me assusto ao deparar comigo! Imagem distorcida, obscura, indecifrável descartável, obsoleta para muitos! Fortifica-me minha missão: assimilar novos conhecimentos vitais. Ser... Ouvir... Amar... Acalentar... Embrionar sonhos nascituros. E, a regência volta para mim. Abrem-se as cortinas: sou protagonista! Prelúdio de novas magias e afetos, Outros contornos melódicos, Divergem-se paisagens... Poucos assistem... mudos aplausos. Célia

domingo, 21 de novembro de 2010

Devaneios...

A rua está desvestida solitária desnuda de pessoas. Até os pássaros descobrem que hoje é domingo. Aconchegam em seus ninhos futuros trinados aos nossos ouvidos. O sol se espreguiça. O céu se encobre. A lua boceja. Fico a desenhar nas nuvens sua imagem... Célia

sábado, 20 de novembro de 2010

União de Raças.

Minha consciência não tem cor. Ver, ouvir, pensar, desejar, ter responsabilidade, dignidade, honradez são valores sem cor que deveriam ser impressos em todas as raças. Tenho consciência da minha desinformação. Que por isso acata e se submete a outros valores: a esmola de “bolsas” e “cotas” distribuídas para sobrevivência de alguns e, alienação de muitos... Fica uma pergunta: Seus órgãos internos vitais têm cor? Sua alma... sua aura, até podem ter... Escolha a sua! Célia

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

A Pátria que aprendi

Em traje de gala estudantil Saia azul marinho pregueada Blusa e meias brancas Elegante boina E sapatos de verniz... Assim começava o ritual. Era o Dia da Bandeira! Século XX. Perfilados na frente da escola Alunos, professores e muitos outros Entoávamos o “Salve lindo pendão... Da esperança...”
Hoje, é circense o espetáculo que vemos Letras dos hinos adulteradas, Sem interpretação ou sentimento, Profissionais regiamente remunerados Não sabem cantar hino algum! Talvez, o do seu time... Onde está a minha pátria? Adormecida? Célia

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Desafios...

Vida: eterno desafio!
Nutre-se vida uterina.
Dá-se à luz – vida!
Cria-se o ser – para a vida...
Orienta-se o ser – na vida...
Vive-se a vida.
Ama-se na vida...
Perde-se a vida.
Viveu-se intensamente?
Célia

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

O pensamento e a fala

Viver acima de tudo Pensamento, muitas vezes atrapalha... A fala do coração acontece... A da mente, nem sempre. Ouvir essa voz é tão suave e doce Que embala nossas emoções Entregar-se a ela é realizar desejos Desviar-se é acumular agressões em nós mesmos. Olhos cerrados e, deixar-se embriagar Por sons, cores, toques e formas sensuais Complementam-nos. Ser irracional, às vezes, é muito bom! Célia

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Descobri...

Que a paz interior é mais que tudo preenche lacunas, reprime a solidão que de repente, nos arrasta ao abismo! Aquece e abre portas para sensações lúdicas... Brincar de viver e viver brincando, É simbolicamente, a paz de espírito... Não requer consumo. Apenas energia interior. Sem medo de ser só. Sem medo do sussurro, da última amiga... Espero. Ela virá brincar comigo... Entregar-me-ei plena, sem nada dissimular. Apenas, o desabafo singelo, da paz eterna! Célia

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Realidade

No silêncio do outro professamos confissões enterradas em vida. Monólogo sussurrado difícil balbuciado soa à falsidade. Que faltou para olho no olho dialogarmos? Interação ou cumplicidade? Penso que autenticidade de apenas ser amado e amar... Então, na temperatura do coração cremamos sentimentos. Célia

domingo, 14 de novembro de 2010

Intimidade...

Na intimidade... A Paz ou o Amor? Duelo sublime! No ringue da vida vence o “amor respeito,” o “amor harmonia,” o “amor entrega,” o “amor pureza,” Com serenidade, invade a essência. E, perdura na sabedoria da solidão, das confidências... Em uma ou mais vidas... Que, na simplicidade, complementam-se. Pacífica e amorosamente... Célia

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Revelar-se

Na rotina dos compromissos Não havia espaço Para olhar-te. Hoje na tranquilidade Do saborear a vida Venero-te. Momentos inesquecíveis Ternos diálogos Libertam-me da solidão. Canto teus versos Coleciono teus encantos Amo-te. Célia

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Sou à moda antiga...

Do tempo em que se pedia bênção aos pais e avós... Com licença, por favor, obrigada, eram palavras registradas em nós. Quando os adultos falavam, nós as crianças, calávamos. E, muitas vezes tínhamos que sair do ambiente, pois não era conversa de criança... Na escola, professora chegava, levantávamos e a cumprimentávamos... A cada pessoa que chegasse à sala de aula, repetia-se o procedimento. Cantávamos todos os hinos pátrios. Havia “Canto Orfeônico... Economia Doméstica... Educação Moral e Cívica” na grade curricular. Éramos preparados para a vida, realmente. Inconcebível as agressões que vemos hoje nas escolas! Às refeições, após agradecermos a Deus pelo alimento, esperávamos papai e mamãe servirem-se e, depois, nós os filhos. Tínhamos que experimentar de tudo o que havia sobre a mesa. Além das tarefas escolares havia também as do lar: cuidar do seu quarto, das suas roupas... Lembro-me bem pequenina uma bacia de alumínio no chão perto do tanque onde minha mãe lavava a nossa roupa eu era “obrigada” a desencardir as minhas. Rico aprendizado, pois hoje não me atrapalho nas tarefas domésticas... E, claro no respeito ao outro... Quesito educação para mim é hiperimportante! Identidade de uma pessoa. Tudo bem que os tempos são outros. Afinal, sou uma jovem senhora! Adotei muito do século XXI para minha vida com as tecnologias, as invenções, o lazer, o conhecimento, o conforto, o prazer, mas não me esqueço do meu berço forjado no século XX. Dá-me até hoje o suporte necessário para viver bem comigo e com o próximo. Assistindo ao filme "Luz Silenciosa" extrai do mesmo essa visão da cumplicidade familiar... Rica viagem ao meu passado infantil. A história do mesmo difere no radicalismo e rejeição ao progresso. Minha família não usufruía da modernidade, pela ausência de recursos financeiros. Mas, a obediência, o saber ouvir e respeitar daquelas crianças “menonitas” reportaram-me à minha vivência familiar. É um excelente filme. Fotografias do amanhecer e do crepúsculo na velocidade dos fatos naturais! Belíssimo! A busca do amor. A entrega. O desapegar-se do que se ama. A doação pelo outro, do outro e para o outro... Outro esse, que muitas vezes, somos nós mesmos duplicados... Assim como no enredo do filme, Joahn desvencilha-se das leis, dogmas, costumes de seu povo e religião, eu também busquei minha liberdade, autonomia e responsabilidade. Atualizei-me em uma série de itens. Mantenho sempre o berço que me criou. É uma história imprópria para o senso comum... Célia

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Alfabetizados ou Escravizados?

Se buscarmos definições para as palavras abaixo mencionadas em qualquer dicionário... nossa reação será de espanto diante do que assistimos na realidade e, via mídia em geral! Educação – processo para o desenvolvimento físico, intelectual e moral de um ser humano. Civilidade. Polidez... Escola – estabelecimento de ensino... Cultura – conjunto de padrões de comportamento, crenças, costumes, atividades de um grupo social. Conhecimento. Instrução... Professor – pessoa que ensina uma arte, uma ciência, uma técnica, uma disciplina... Aluno – quem recebe instrução ou educação em estabelecimento de ensino... Pai / Mãe – aquele (a) que trata alguém com a dedicação de um genitor (a)... Isso tudo para situarmos prioridades na formação de uma pessoa, nos dias atuais. Avalia-se tanto qual a melhor escola para o filho... O processo de ensino-aprendizagem que o mesmo irá receber e tantas outras qualificações de arquitetura e acomodações do prédio, de modismo, de classe social... Ainda com aquele valor de que onde for mais oneroso é o melhor... A busca da grife! Novas disciplinas... Tecnologias todas... Língua estrangeira... Esportes... Fitness... De preferência período integral, menos trabalho no lar... E a escola passa a desempenhar o papel da célula familiar. Esquece-se o primordial – a fomentação do amor no berço para essa criança... Valores que se absorvem no seio materno e se reproduzem pela vida toda. A “Escola prédio” e a “Escola humana” não têm esse cordão umbilical para agregar tais valores. Congestionada com seus conteúdos, avaliações, objetivos... prepara mesmo a pessoa para a vida? Aqui é primordial a presença dos pais. Então surge o caos. A Escola é desagradável. A internet, os sites de relacionamentos, eletrônicos em geral, despertam mais paixões e contatos na substituição da oferenda gratuita do amor-família. E, nossos jovens seguem como uma “manada” submetendo-se a fazer o que a patota faz... Massificantes testes deturpados... que irão “aferir” sua capacidade para a vida profissional... E o sistema emperra... Reuniões e mais reuniões governamentais para explicar o inexplicável... Gabarito? Não! As correntes do poder! Perdeu-se o melhor de tudo – o bom senso – a coerência... De repente manipulou-se o jovem e esqueceu-se do adulto que ele será! Eterna marionete? Ou detentor das correntes? Célia

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Na estrada...

Percorre-se o mesmo caminho diariamente. Obstáculos? Desvios? Não são bem aceitos, pois não somos equipados para tal enfrentamento na vida. Onde está o ser criativo como fomos gerados? Tudo deve estar simplesmente como projetamos. Esquecemo-nos do autor do projeto maior! Já que aceitamos a viagem da vida... Não a abortamos e nem fomos abortados... Compete-nos providenciarmos nossa bagagem. Bens materiais ficarão todos. Nossa zona de conforto será totalmente desestabilizada. Reflita quantas vezes morremos em vida e não nos damos conta! Principalmente, se vivermos potencialmente... Com entes queridos, com decepções e frustrações, com desamor e desemprego, com aposentadoria, com falta de significado para vivermos... Enfim, vários são os motivos. E, nem assim aprendemos! As pedras que rolam ao nosso encontro deveriam despertar-nos... Promover reações positivas em nós... mas, em geral toda a reflexão tem a profundidade de um pires. Somos rasantes, insensíveis, incoerentes, descartáveis até... Cremos demasiadamente em nossa autossuficiência. Enorme será a decepção! Célia.

domingo, 7 de novembro de 2010

PARIS!

Depois de um dia rotineiro, o merecido repouso. Noite recheada de sonhos cinderélicos. Corpo inerte sobre a cama, em delírios românticos percorre uma Paris toda iluminada e cantante! Músicas lindas! Suaves... Tocantes! É a carícia dos deuses em um ser que magicamente desliza por museus, palácios, teatros. Canta e dança incessantemente. Flui. “La Bohème na voz de Charles Aznavour” trilha sonora constante... Perdido no espaço dos sentimentos... Alguma razão para isso tudo? Quem sabe? Que viagem! Que fascínio! Despertar de fantasias... “mon amour...” Momentos inesquecíveis! Flocos de neve... Um casaco... Echarpe flutuante... Olhos faiscantes que nada podem perder... Fotografam secretamente... Deslizando por entre pessoas, sozinha em seus devaneios... Algo assim, etéreo! Indescritível! Vida pautada no romantismo parisiense... “Edith Piaf Hynme a l'amour”… Outras vidas? Isso é mais uma das muitas incógnitas... Solo, regiões, lugares, objetos todos conhecidos. Iris já havia registrado em outra época. Tudo muito familiar! “La vie em rose...” Noites de amor que não acabam mais! O saborear de um champagne... Alma invadida... Felicidade toma seu lugar. Desaparecem aborrecimentos e tristezas... Leveza, luminosidade... Vida que se desabrocha, parte e se reparte! Acordo! Cantando... E, passo o dia em transe entre o real e o imaginário! Sonho transforma-se em pesadelo... Célia

sábado, 6 de novembro de 2010

Estradas do coração

Errante... Inconstante... Vadio... Oscilante... Deixa-se levar pela onda do pulsar vermelho que ferve nas veias no amanhecer, entardecer, ou na escuridão da noite.
Um boêmio descompromissado, passo a passo no compasso, arritmia inútil que com tantas taquicardias já se esvai... No desvio do caminho – a esperança A magia e a ilusão da eterna serenidade!
Quanto fez? Quanto amou? Amnésia apoderou-se. Esburacado nas decepções, Asfaltado nos sonhos, Interrompido nas desilusões...
Viveu... Amou... Doou-se. Sem moderação ou arrependimento.
Foi ponte! Célia

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

A MULHER NO PODER

Relutei muito para dedicar-me a esse tema: “mulher e poder”...
Rendo-me, após várias reflexões. Concluo que MARIA foi a grande e única MULHER incontestavelmente revestida de poder!
Sabiamente, evidentemente, sem sombra de dúvida alguma, quis o Criador que a mulher detivesse o poder mágico do abrigo da criação – a gestação de vidas – intra e extrauterina! Quer poder maior?
Gestar vida e afetividade é um enorme desafio. Administrar econômica, amorosa e harmonicamente um lar, mais ainda!
Disse nossa presidente eleita: “Já registro aqui meu primeiro compromisso após a eleição: honrar as mulheres brasileiras (...)A igualdade de oportunidades para homens e mulheres é um princípio essencial da democracia. Gostaria muito que os pais e as mães de meninas olhassem hoje nos olhos delas e lhes dissessem: ‘Sim, a mulher pode!’”
Difícil tarefa a que se propõe a mesma, se não partir de cada um (uma) de nós nossa parcela de responsabilidade. A mulher pode. E, o homem também pode. Complementam-se. Assim deveria ser. E, jamais competirem-se. Na unificação dos seres respeitando a dualidade entre corpos e almas, há uma interação, uma cumplicidade que dá o tom, o sabor da vida, da existência.
Não acredito na individualidade para uma gestão dessa envergadura, ou de qualquer outra. Há de se comprometer com a união de todos visando o bem comum.
Maria-Mulher... Maria-Mãe... Maria-Educadora... Maria-Poder... reuniu a todos, caminhou com todos, deu exemplos a todos, refletiu, aprendeu e ensinou com (e a) todos... na humildade, na sabedoria e na dignidade de uma vida lapidada na entrega. Ela fez! Façamos, nós!
Sejamos todas, um pouco “Maria” para sermos dignas de nossa feminilidade acolhida no grande útero divino. Célia

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Afetividade...

No encontro dos nossos olhares, Percebo que você não está bem... Semblante de alguém em apuros Desconversa... Desolha... Farol baixo... Fala-se de futuro... Que futuro? Que vida? Controvérsias... O que fazer? Quem ficará sozinho um do outro? Quem cuidará um do outro? Ó Deus, me dê força e luz para esse enfrentamento da vida! Sou forte, mas estou fraca... Minhas rédeas estão frouxas! Contemporizo... Espero... Creio em Ti. Venha em meu socorro. Perdão, pois sei que está comigo. Por que essa dúvida? E a minha Fé? Onde a coloquei? Me salva dos meus castelos de horrores! Dos labirintos por onde em sonhos, trafego... Das minhas insanidades dessa ausência... Clamo por humildade e aceitação, Nada mais. Célia

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

O Silêncio que nos espera...

Uma viagem... com passagem de retorno Que já está determinado dia e hora. Malas? Bagagens? Só as espirituais. Vidas que chegam... Vidas que partem... De nada adianta o depois... É o agora... Faça. Aconteça. Ame. Viva. O silêncio e o espaço que nossos queridos deixam Não há como completá-los Há um vazio contemplativo Um benquerer sorrateiro Que roubam nosso sossego Transpõem gélidas sensações Da paz do reencontro Fim. Finados. A matéria... Pois... as lembranças... Não se findam jamais! Célia