sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Virando a página...

Obrigada 2010, pela vida com fé, amor, saúde, amigos... Pelo ócio criativo, pela sabedoria e simplicidade adquiridas na maturidade... Bênçãos da Mãe e do Pai é o que distribuo a todos pela chegada do novo... Encare! Enfrente! Vá! Construa! Você pode! Possamos juntos em 2011 edificar boas ações... acolhendo o futuro recém-nascido com zelo e muito carinho... É o milagre da vida que se renova! Viva e deixe viver... Célia.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

30 de dezembro...

O ano vai terminando. É que tudo passa... Na realidade, não é um ano a menos, mas um ano a mais; um ano a mais, do qual teremos que prestar conta; um ano a mais, que devemos acrescentar à nossa responsabilidade. Este ano não passou; ficou em cada uma das ações que nele realizamos; boas ou más deixaram em nós um sinal inapagável. Talvez sintamos a tentação de catalogar este ano como bom ou mau para nós, segundo nos tenham corrido os negócios; mas não é este o valor supremo. Terá sido ano bom, se nele tivermos melhorado em nossa vida, se nos aperfeiçoamos, se nos cultivamos espiritualmente; se temos vivido com amor e para o amor de Deus e dos irmãos. Não será nada mau se nos detivermos alguns momentos, antes de terminar o ano, para fazer, diante de Deus, o balanço de nossa consciência. (Alfonso Milagro)

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Vida Nova em 2011

2 amores generosos te desejo: celestial e terreno,
0 de preocupações na vida.
1 muito de paz, saúde e dignidade!
1 pouco de trabalho... e muito lazer!!!
Viva e desperte-se para o melhor que existe em você!
Contagem regressiva para o Novo!!
Célia

sábado, 25 de dezembro de 2010

Natal!

Tarde preguiçosa e mágica! Minha criança aflora determinada. Assistir Branca de Neve e os sete anões. Flutuei nas nuvens da imaginação. Sonhei. Sorri com a meiguice. Gargalhei com as trapalhadas. Meu Papai-Noel chegou! Trouxe-me a alegria de ser criança. Que delícia é entregar-se. Deixar que tudo aconteça. No passo e compasso da infância. Afinal, hoje o Menino Jesus sobre palhas e o olhar carinhoso de Maria e José esboçam a tela da Sagrada Família. E, toda a família deveria ser sagrada. O olhar puro e as palavras sinceras, sem autocensura, de uma criança mostram-nos a simplicidade do ser e do viver. Por que será que complicamos tanto? Ah! O pensamento, energia que como o vento pode transformar-se de uma brisa encantadora a um vendaval aterrorizante e destruidor. Na personagem da Branca de Neve senti a procura da humanidade pelo amor. Fazer tudo por amor. Ser simplesmente em amor. Já nos anõezinhos vi várias personalidades com quem convivo ou convivi: aquele que sempre é do contra... o que diz saber tudo, mas esquece... o atrevido... o preguiçoso... o chorão... o mudo... o alérgico... Enfim, personagens do nosso contato diário! Sem esquecer-se da bruxa... essa então sempre está à espreita para puxar nosso tapete. Ainda bem que surge um príncipe que não vira sapo e deixa ternura no ar! Na floresta encantada estamos todos nós à procura de amor, de compreensão, de ilusão e sonho, de magia e encantamento que nos carregue no cavalo branco... Sonhe... é Natal! Célia.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Natal de sempre

Na divindade mágica do nascer e, Amar viver na quietude da simplicidade, Timbro o Natal diário e autêntico no coração, Acarinhando tempo precioso e pessoas amorosas... Libertando-me com sabedoria das decepções humanas.
Célia

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Reflexão...

"Natal é todo dia do ano
em que um homem se aproxima de outro homem
para chamá-lo e tratá-lo como irmão".
Alfonso Milagro

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Mensagem

"A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos. Tudo bem... O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum, é amar mais ou menos, é sonhar mais ou menos, é ser amigo mais ou menos, é namorar mais ou menos, é ter fé mais ou menos e acreditar mais ou menos. Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos" (Chico Xavier)

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Imensidão pulsante

Novas promessas acenam... Imensamente desfrutar da vida. Em toda a extensão de sua alma. Deixar aflorar sentimentos... Impossíveis de serem mensurados. A grandeza de caráter traçará caminhos. Mais um ano percorremos... Em encontros e desencontros, Ilusões e desilusões, Permitimos que fosse assim. Agora, é aceitar e concluir. Esperar o novo! Sempre com ares de esperança! Prontidão e ação para novas propostas... E ser feliz, mais nada... Construindo tijolinho por tijolinho, A tão decantada “felicidade”!

Célia

sábado, 18 de dezembro de 2010

Tempestades

Uma calmaria... mesmices... De repente... Sangue... suor e lágrimas... Pela magia da vida nos doamos... Apaixonadamente. Fogo... água... terra... vento... Tempestades: ventanias... relâmpagos... raios... trovões... escuridão... granizo... areia nos olhos... neve no coração... vulcão em erupção na alma! A magia da natureza nos oferece. O tempo de uma vida... sem manipulações... O desinstalar... o revirar nossa zona de conforto... Ter que dividir... saber perder... aceitar... e, enfrentar Novas situações. Nas pessoas também, o efeito da tempestade é enorme! Quem pacificamente aceita as intempéries, saberá conviver com as mesmas, e delas tirar lições e grandes aprendizados! Para isso, é preciso um coração puro e mente tranquila. Depois, sempre clareia o céu... Surge um novo sol... a terra com seu cheiro de vida brotará Novas esperanças... nova claridade... tudo pronto para novos espetáculos. E, o humano desejoso de reverenciar tudo novamente! Se, Vento... agita-se, descabela-se, esvai-se... Se, Fogo... arde-se, queima-se, desintegra-se... Se, Água... embriaga-se, empapa-se, enruga-se... Se, Terra... enlameia-se, empoeira-se, suja-se... És pó nas tempestades da vida. Célia.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Natal, por Machado de Assis...

SONETO DE NATAL
Um homem, — era aquela noite amiga, Noite cristã, berço do Nazareno, — Ao relembrar os dias de pequeno, E a viva dança, e a lépida cantiga, Quis transportar ao verso doce e ameno As sensações da sua idade antiga, Naquela mesma velha noite amiga, Noite cristã, berço do Nazareno. Escolheu o soneto... A folha branca Pede-lhe a inspiração; mas, frouxa e manca. A pena não acode ao gesto seu. E, em vão lutando contra o metro adverso, Só lhe saiu este pequeno verso: "Mudaria o Natal ou mudei eu?"
(Machado de Assis)

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Um passo de cada vez

Ao nascer, o aprendizado do andar Engatinha-se... Agarra-se em algo ou alguém... E, anda-se... Na vida, nosso percurso também é assim... No ciclo final também engatinhamos... Tateamos... Vacilamos... Mas sabemos que é preciso ir... E, vamos... Com um braço amigo ou bengala mesmo Chegamos... Na psique, também cambaleamos... Precisamos de bengalas psicológicas. E, somos felizes se as encontramos... Ai sim, prosseguimos... E, findamos nossos passos. Célia

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Existir...

É muito mais que viver. É muito mais que pulsar. É muito mais que caminhar. É muito mais que olhar. É muito mais que ouvir. ... É contaminar com seu amor. É deixar pegadas nos corações. É deixar sua marca humana. É respirar dos bons momentos. É acalentar o chegar e o partir. ... É a sua estrada... Sua bagagem? Seu conhecimento Libertador! Existir, é ser você apenas. Célia

domingo, 12 de dezembro de 2010

Meu bom velhinho...

O Natal é diário E somos nós que o fazemos Ser mais colorido, iluminado, Poderoso, encantador, mágico... Ou, simplesmente uma hecatombe! Meu bom velhinho tinha lindos olhos azuis, Que penetravam em mim buscando minha reação. Não conseguia enganar meu Santa Claus! Meu bom e querido pai! Hoje, posso colocar meu sapatinho Atrás da porta da sala como fazia... Vai ficar cheinho de saudade, De lembranças da minha intimidade. Ficará recheado de sabores de amores Que se foram... Meu bom e querido velhinho! Meu pedido de hoje, não é para mim, É para que os corações se enterneçam... A mente despolua-se, Os valores e a dignidade humanos Sejam respeitados. Que a paz seja celebrada Dentro de cada ser. E, que em cada lar, Haja uma estrela guia, Norteando a sagrada família De todos nós! Meu sapatinho ficará esperando... Célia

sábado, 11 de dezembro de 2010

Nada na vida é permanente

Do nascer ao morrer, Desafiamos situações inusitadas! Do prazer ao desprazer, Uma viagem! Tenebrosa ou deliciosa... Sempre há obstáculos, Interrupções... estranhamentos... Pessoas... situações... Relacionamentos! Uma aventura... Sorrisos... lágrimas... esperanças... Magias... seduções... encantamentos... Milagres dessa vida, pois A outra? O que será? Incógnita... Quero continuar esse laço de ternura com você. É lindo! Cativante! Envolvente! Dio come ti amo! É preciso deixar morrer, o que precisa morrer. Célia

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Dia do Palhaço

E eu era criança, Pezinho no chão... Corria atrás do caminhão Que anunciava a chegada do circo na cidade. Se tinha bichos então, mesmo nas jaulas, a sensação era redobrada! A diversão começava bem antes do espetáculo... Até porque dinheiro era pouco, E quando era levada ao mesmo, Era sabor de “disneylândia”!! Pernas de pau... Palhaços... Bailarinas... Domadoras... Globo da morte! A charanga explodindo no picadeiro! A bandinha de pierrôs desafinados! Pirulitos de caramelo, Pipocas e picolés, Tudo tinha outro sabor Na minha infância... Hoje morre isso tudo... Nasce a criança tecnológica! Escrava de um teclado, E de jogos eletrônicos. O circo morreu. Ficou apenas na lembrança... O Arrelia... O Xereta... O Espirro... O Atchim... O Carequinha... O Torresmo... O Carlitos (Charlie Chaplin)... O Tiririca... este se prostituiu... politicamente incorreto! E eu ainda sou criança... Tenho fantasias no picadeiro... Dou meus saltos radicais e acrobáticos, Para seguir na dignidade da vida! Sem palhaçadas... só realidade!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Reconstrução

A essência é boa, Aromatiza encantamento Completude saciada. Na magia do próprio encontro, Com o fascínio da entrega Anula-se. Recupera-se no cerne a seiva E, retorna na combustão do existir. Queima... arde... destrói... novo ciclo! É verão... transpira-se vitalidade... Embriaga-se aquecendo amores! Doa-se. Célia

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Nossa Senhora da Conceição

Virgem Santíssima, que fostes concebida sem o pecado original e por isto merecestes o título de Nossa Senhora da Imaculada Conceição e por terdes evitado todos os outros pecados, o Anjo Gabriel vos saudou com as belas palavras: "Ave Maria, cheia de graça"; nós vos pedimos que nos alcanceis do vosso divino Filho o auxílio necessário para vencermos as tentações e evitarmos os pecados e, já que vos chamamos de Mãe, atendei-nos com carinho maternal e ajudai-nos a viver como dignos filhos vossos. Nossa Senhora da Conceição, rogai por nós.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Intencional

Nem sempre o que fazemos é o essencial. Muitas vezes somos pegos de surpresa. A vida nos prepara armadilhas traiçoeiras... Diante de um espelho até podemos ensaiar, Mas quando na realidade tudo se altera. O acúmulo de experiências... As desilusões... Travam os sentimentos. E toda a autenticidade se esvai... Apegamos à razão para não transparecer As emoções. Em silêncio... o distanciamento, Afastamos as possibilidades... Tarde demais! Findou-se. Célia

domingo, 5 de dezembro de 2010

Intimidade...

Expressar: Amores... Raivas... Alegrias... Afetos... Tristezas... Certezas... Incertezas... Desejos... Sonhos... Magias... Tornam-nos mais autênticos, humanamente divinos, Únicos diante de meigos olhares!
Não se permita castrar... Anule suas carências e deficiências. Não se transforme em objeto a ser consumido O homem é a sua casa... Construa-a ou reforme-a. Busque-a em seu interior...
Viva despretensiosamente e será muito mais feliz! Serenidade... Simplicidade... Moral ilibada... São os melhores alicerces para uma vida digna! Seja feliz! Célia.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Poção mágica!

Na cozinha interior Satisfações plenas! Crepitar das chamas Laboratório de alquimias. Com açúcar e com afeto O preparo de delícias, Restauradoras dos sentidos... Olfato e paladar apurados Saboreiam... Visão e audição sensibilizam-se Ao que ouve e vê. Tato, a tudo providencia Na intimidade do entorno de uma mesa, Que a tudo testemunha, Silenciosamente... O simples encontro de um café! Ou de vidas? Célia

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

"O amor em cinco tempos"

Um filme... várias interpretações! “O Amor em cinco tempos” Revisão total de vida! Mesmo quem não passou pelo caminho legal do divórcio, compromete-se com a narrativa. Há tempos e tempos de amar! Há modos e modos de amar! Magnífico quem atinge tal esfera! E, pode se dar ao luxo de uma autoanálise! Ai então é fantástico.
O filme transcorre de trás para frente: o divórcio; a primeira transa após o mesmo; o casal recebendo em sua casa o irmão gay do marido com seu namorado, quinze anos mais novo, para um jantar complementado por danças e confissões íntimas; o nascimento do único filho do casal; a cerimônia do casamento com a primeira infidelidade e, finalmente, o primeiro encontro do casal.
The end... Para quem curte gênero romântico é boa indicação!
Interessante quando comparamos com “nossos cinco tempos de amar”: 1) -a separação pela morte; 2) -comemorações de bodas; 3) -nascimento dos filhos; 4) -a lua de mel; 5) -o namoro. São cinco tempos “marcantes” que a vida nos proporciona... E, feliz quem consegue usufruir desses belos momentos! Antes, a separação pela morte, que por uma traição amorosa... Célia.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

A ORAÇÃO de DEZEMBRO

Advento: Vivemos tua vinda, Senhor, dentro da vida! Vieste há dois mil anos. A Igreja vive, não uma saudade, mas tua presença, realidade. Mistério: Encarnação. Senhor, tu vens e estás presente nos fatos felizes e tristes de nossa estrada! Estás presente no que acontece no mundo, na Igreja. Vens, estás presente naqueles que praticam o amor, a caridade, o perdão, a reconciliação e a paz. Tua mensagem incomoda, a luz espanta a noite! Vens, continuas vindo, mas a gente se pergunta: Estamos preparados, de olhos abertos, para percebermos tua vinda? Vem nascer, Senhor, na Belém das drogas, da violência, da corrupção; na Belém da prostituição do menor, da família desmoronada! Vem nascer nas misérias do mundo atual! Então provaremos teu Natal, coroando este tempo do Advento! Amém.
Frei Walter Hugo de Almeida