sábado, 29 de janeiro de 2011

Amor incondicional

Silenciei-me e, conclui que, ser boazinha, Disciplinada, submissa... elimina a alma da mulher. Retorno com a altivez do aprendizado. Fecho meus sentidos para o destrutivo... Ao invés de tentar viver com ele, extermino-o. Mais reflexiva, menos animalesca, Retiro-me da primariedade do ser E, invado a planície da sabedoria e da serenidade. Encontro a paz! Reajo, mostro, mudo, combato, tolero muito mais O que não está certo... o que não é justo, Valores passados de geração em geração, nem sempre convincentes, Floresce a apatia, o tédio, a complacência, a cegueira, a aceitação... Valorizo imensamente a liberdade, o fluir do outro em sua completude... Sem meias palavras... sem meias atitudes... entrego-me... Ao amor, à arte, à fé, a uma vida lentamente construída na dignidade. Não quero, não posso viver uma vida pela metade... Sou inteira... pouco resta... Célia
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Célia Rangel,
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