terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Vida fenomenal

Com bola, caneta, livro, tijolo, bisturi, sacos de lixo, vassoura, panelas, atrás de um balcão e demais... Não há fenômeno que resista às ações do tempo... A cabeça funciona, mas o corpo não obedece... O humano, assim como a máquina, requer cuidados. E, quando exigidos sua força máxima deterioram-se mais rapidamente. Os sucessos, as derrotas, as alegrias, as decepções surgem ladeados por amigos e inimigos... E, as piores lesões, creiam são as mentais! Não há metabolismo que se recupere plenamente das dores emocionais... Virtudes. Vinganças. Amorosidade. Egoísmo. Competidores... Imperfeições tantas inerentes ao humano. Somos. E, não há como negar! Saber perder e saber ganhar. Saber perdoar e pedir perdão (como é difícil, mas nobre!)... Doar-se para a maravilha de viver com intensidade: ser “sal e luz no mundo”, realmente. Não se acovardar diante de nenhuma situação castradora. Perde-se aqui, se ganha ali. É o jogo da vida! Interromper uma atividade nem sempre é o fim. Ao contrário, pode ser o começo de uma nova vida. De tanta coisa magnífica que vem ao nosso encontro deixando-nos encantados! Se projetos ficaram inacabados, outros virão e, com sua potência atual fluirão... Será um processo mais lento, mas preciosamente mais reflexivo. Aprende-se a pensar e a contemporizar! Isso é sublime! É a vida em suas fases... Magicamente, desenrola-se ante nossos olhos e, ser sua cúmplice e parceira, é a doação máxima da expressão "amor". Foi assim, na minha “velhoscência” que me descobri. Não sou eterna. Não sou exclusiva. Não sou insubstituível. Mas, me amo, me cuido, me reverencio para ser o melhor que Ele em seu Projeto me inseriu! Célia.
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