quinta-feira, 24 de março de 2011

Despir-se das Vaidades...

Ser forte como a raiz de uma árvore,
Ser frágil como o perfume que se esvai,
Ser presente como as folhas que caem,
E retornam revestidas e corajosas na primavera.
E, assim, renovar a esperança do renascer...
Em outras vidas, em outras espécies, outra esfera.
Na profundidade uterina da mente e do coração
Com um novo olhar gerar uma nova e liberta vida...
Assim eu vejo o ciclo da vida:
Nascer... Viver... Morrer.
Finito ao encontro do Infinito.

Célia

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