terça-feira, 1 de março de 2011

Mestre Sala & Porta Bandeira

Também tive minha escola de samba. Total era a concentração ao desfilar nossas existências. Uma agremiação constituída com amor e pelo amor. Nosso samba – enredo sempre foi o da vida em plenitude E, no sambódromo do dia-a-dia, jamais competição... Havia sublimação, respeito, reverência e abnegação. Não usávamos fantasias ou máscaras, éramos autênticos. Nosso maior adereço sempre foi a compreensão. Em nossa corte não havia supremacia, Igualdade no afeto e nas responsabilidades. Passos sempre sincronizados na dança da vida... O tempo e o espaço de cada um eram sagrados. A avenida dos nossos corações era adornada pela ternura. Desfeito está o casal apaixonado:”Mestre Sala & Porta Bandeira”... Hoje, na dispersão, ouço a nota dez em todos os quesitos: Nas alegorias do amor, da paixão, da entrega, da doação... Vivemos nossa porção de alegria! CéliaRangel ©Direitos Reservados

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