sábado, 30 de abril de 2011

Contemplação

Celebro o meu viver!
Adotei uma companhia.
A liberdade!
Íntegra e intuitiva interação.
Adorno-me de grisalhos e rugas
Acendo minha luz interior
Procuro-me...
Já não me conheço.
Então, minha companheira me revela...
Na intimidade da sabedoria de vida
Com palavras contemplativas e instigantes.
E, me diz que minha aura
Independe de outras luzes.
Brilho, diante do mundo, com luz criadora.
Selvagem às vezes, amorosa outras...
No meu infinito soberbo de vida e morte
Acoito minha caça, rejubilo-me com minha presa.
Animalesca ou humanoide robotizada,
Imiscuo-me pela floresta humana,
Catalogando seres e, assim,
Desviando-me da ferocidade
De bestas dominantes.

Célia

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