terça-feira, 26 de abril de 2011

Íntima, para poucos.

Insana, desconheço-me.
Fujo de alguns atos, não dos fatos.
Endureço diante da realidade.
Entrego-me na sensibilidade.

De santa, nada.
De vulgar, um pouco.
Uma ladra da morte.
Na crueldade do existir.

De feliz, muito.
Na transgressão corporal.
Lágrimas secaram.
Não mais me fascinam.

Risos contidos.
Sorrisos, apenas.
Gargalhadas, para consumo próprio.
Escrevo o que gosto e porque gosto.

Poucos me compartilham.
Do meu silêncio criador.
Da minha gruta restauradora.
Do ritual da minha ternura.

Célia.

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