quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Veraz











Como uma fúria
passou ventando,
varrendo e limpando tudo.
Fecundou em terra boa
férteis sementes.
Descartou no esgoto
o que não merecia vida.
O furor inicial
deu lugar a simples elegância
de esperas anunciadas...
Inseminar ética na natureza!

Célia.

10 comentários:

  1. E precisamos aprender essa ética, com a natureza, abraços

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  2. Célia ler vc é lenitivo para minha alma que ainda pequena procura aprender e com vc aprendo cada dia mais...

    Sei que não sou fiel nos meus comentários, mas leio tudo o que vc posta me alimentando da sua sabedoria para evoluir como pessoa.

    Um abraço no seu coração!

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  3. Bom dia, Célia.

    Lindo poema!!
    Essa espera vai machucando devagarinho.

    Um grande abraço.
    Estou lhe seguindo.

    Maria Auxiliadora (Amapola)

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  4. Amiga, o seu talento para a escrita é como a natureza: harmonia que traquiliza, beleza que inspira, vida que sensibiliza, detalhes que fazem a diferença ...
    Abraços, com carinho

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  5. Célia, seus poemas ficam mais bonitos a cada dia. Aproveite a boa fase e escreva muito. Ah, e não se esqueça de publicar no blog. Nós, leitores, agradecemos. Beijos!

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  6. E sempre prazer ler seus poemas
    tens um talento inconfundivel.
    Cada poeta tem seu talento diferenciado isso que faz os poemas ser cada dia mais lindo de se ler.
    Uma linda tarde beijos .
    Evanir

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  7. Boa tarde amiga das letras!
    Sempre achei que vc tinha jeito prá escrita...não me é surpresa quando chego aqui e vejo suas escritas sendo propagadas com entusiasmo...
    Todos estão sentindo o que sempre falei.Agora vc vai ter que escrever muito mais,kkkkkkkkkkk
    Bjssssssssssssssssssss

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  8. Célia, que venha esse vendaval empurrando para fora toda sujeira....porque depois dele...sementes
    do bem serão germinadas!

    Gostei...abraço

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  9. Oi, Célia...
    Que lindo!
    Um Poema-Ciência, um Poema- Tecnologia Futurista!
    Adorei!
    Abraços,

    Sapatinhos da Dorothy

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  10. Inseminar ética na natureza, é o que todos nós seres humanos devemos fazer.
    Ficou linda sua poesia querida Célia.

    Beijos com carinho enorme.

    E.T. Queria ter coragem de enviar aquela carta para o Artur, por e-mail, fax ou quem sabe até, lê-la por telefone pra ele ouvir.
    Mas sua amiga aqui, é covarde e não sabe lutar pelo que quer.
    Hoje, depois que postei a carta no blog, a saudade só aumentou, e estou segurando as lágrimas o tempo todo.
    Penso que só as derramarei por sobre o travesseiro, quando mais tarde eu me deitar.

    Essa sou eu minha amiga, medrosa!!

    Beijos com carinho.

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Célia Rangel,
Autora responsável pelo blog.
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