sábado, 30 de julho de 2011

ENTREVISTA!



Amigos! Visitem o blog acima citado e participem da minha alegria pelo convite recebido! Opinem!
Por mais essa, obrigada!
Célia Rangel.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Brilho da Vida












(*foto cortesia John Rowlands e Nick Mitchell/BBC)



O que vim para aprender, ensinar, ver, ouvir,
falar, calar, pensar, meditar, sentir, criar,
amar, odiar, orar, celebrar, esquecer, enterrar...
só Deus é quem sabe...
Sempre será surpreendente!

Romper muralhas de constrangimentos
e decolar para altos picos da felicidade!
Assim, é o brilho da vida, espetaculoso!

Buscamos tanto no horizonte...
E está bem junto a nós!
Na vertical ou horizontal,
é presença marcante sempre.

Basta termos os sentidos aguçados,
olhos ameaçadores e coração terno,
para magicamente a tudo aconchegar.

Célia

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Nova Vida...

Navego no útero da criação,
E, gesto o prazer e a alegria do outro,
Que um dia será parte de mim...
Que eu parta deixando-o na existência
Sublime do Criador!

Que se dispôs a mais uma criatura.
Se, fato pensado, amado será pedra preciosa...
Se, fato urdido no tear da ignorância...
Terá um desfecho sombrio.

Mas, é vida que surge de outras vidas,
E, vem para uma nova existência...
Na diversidade de muitas vidas!
Acolhida em berço de manjedoura,
Bendita seja sua chegada!

Célia.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Sobriedade

A elegância no ser e no agir
no anonimato, chega a ser uma defesa
de reações descabidas.

Na seleção, a contemplação do avesso
local de armazenamento
dos contrastes.

Na vivência, a esperança
de que tudo se dilua
e recomece.

E, no final, o gozo
do mérito preconcebido
no exercício do amor.

Célia.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Perdeu-se o tom







Um desconcerto que não tem conserto
Perdeu-se o bom senso e a inteligência do viver
Não se sabe com qual instrumento harmonizar
Ritmo há muito se perdeu
Resta um entoar de ideias longínquas
Que não encontra eco.
Talvez, seja o caso de uma despedida
De jogar fora, de descartar...
Reciclar não, pois humano não é lixo.
Por mais que sofra ou se isole
É gente! É alma! É sentimento...
Um colo, um olhar, uma palavra
No tempo e no acorde exato
Restituirão a maestria do viver.
Em suaves notas... 

Célia

quinta-feira, 21 de julho de 2011

O outro lado













Muitas facetas tem minha vida.
Se te espero, emudeço ao te ver.
À distância me declaro toda!
Que falta de coragem...
Viver o aqui e agora...
Céu de um azul deslumbrante.
Em esconderijos me protejo.
Só em asa delta sobrevoo o mundo
das ilusões...
Na aterrissagem, a realidade!
Solidão constituída.
Até quando?
É um jogo...

Célia.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Medidas






Olhar a estrada da vida e sentir-se feliz
Serenamente perceber-se de bem com você
Tudo feito a bom tempo e com felicidade
Como se pudesse medir a sabedoria de viver
Deixar-se invadir por uma paz radiante
Sensação completa que não pode ser tocada
Apenas sentida e acondicionada no íntimo
Entrega real na intensa proposta de vida
O amor: amar amando-se na ternura do existir.

Célia

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Salto alto... grifes e altos contratos.

Meio São Tomé... ver para crer... acredito que a maioria dos brasileiros dedicou preciosas horas de seu lazer para assistir a uma seleção de jogadores, que de certa forma representava um país! Que fiasco! Voaram penas de gansos, patos e "mareco paraguaio"... Raça? Onde? Hotéis de luxo, voo especialmente fretado, brincos, topetes, chuteiras e dá-lhe grifes...

Salto alto! Deitaram em berço esplêndido! E a Pátria mesmo... muito mal cantada e representada! Pobre hino! Contas bancárias vultosas, uma aberração diante da realidade da maioria dos assalariados brasileiros. Vitrine Brasil! Homens que se dizem exímios detentores do que fazem, jogadores expostos em uma vitrine à venda! Coração verde-amarelo? Ah! Há muito já mudou sua cor. Os "euros" falam mais alto!

E, os pobres mortais que ainda acreditam no futebol como magia e fonte de uma vida melhor em bens de consumo saem pela porta dos fundos da antiética, na calada da madrugada, cabisbaixos e cabisbundos...

Ainda assim, há audiência! Somos milhões de comentaristas esportivos e técnicos. Todos com seus palpites e sem sombra de dúvida, melhores!

Na minha existência já vi muitos saltos altos quebrarem... muitas grifes falirem... e muitos poderosos de chapéu na mão.

Acorda, Brasil!! Suas prioridades são bem outras!

Célia.  

sábado, 16 de julho de 2011

Com licença...

Abri a porta da alma e entrei
Divisei-me com ternuras soltas
Rancores embutidos
Orgulhos exacerbados
Preconceitos descabidos.
Puxei a esperança e me perdi no tempo.
Sem pressa alguma meditei...
Revi atos e fatos com novas lentes
E saboreei artesanalmente vida nova.
Lentamente faxinei pensamentos e atitudes
E em seus devidos lugares os dispus.
Primícias de uma vida que custou a acontecer
E, agora seguirá em seu merecido deleite.

Célia.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Cesta básica

Amar em silêncio é preencher os espaços da saudade.
A cada amanhecer renovam-se as esperanças.
Ao anoitecer amortece-se com a realidade.

Assim, segue-se angariando na vitrine do olhar
nutrientes para a cesta básica de sentimentos:
- um aconchego
- um beijo
- um amigo

Percebe-se então, a razão do existir!
Serenidade eterna, valor que não se compra,
cativa-se...
E, torno-me responsável...

Célia.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Rostos

Conhecidos, amados,

Lembrados, esquecidos...

Rostos.

Marcados pelo tempo,

Por dores ou alegrias,

Rostos sempre.

Únicos!

Relíquias de um emocional,

Arquivados no baú do tempo,

Relembrados sempre,

Alguns...

 Outros, esquecidos,

Nebulosos...

Inexpressivos pelo excesso de botox.

Seria bom injetar botox no coração...

Na alma...

Sentimentos doem.

Na penumbra de um quarto,

Ou no ensolarado de uma janela,

Pensamentos fluem...

Lágrimas correm pelos rios da vida.



Célia


quinta-feira, 7 de julho de 2011

Libertação!

Celebro a vida libertando-me do sofrimento, das amarras,
do preconceito, da enfermidade, do desamor,da descrença,
da depressão, do egoísmo, da impotência, da involução...

Liberto-me para viver bons momentos e recordar outros
que me são caros armazenados no cantinho da saudade.

Vivo o momento e o que o olhar me traz na gratuidade do existir.
Devolvo nas ações diárias o muito do presente de vida que recebo.
Amo-a, louvo-a a cada momento, em ação de graças ao Criador!

Há muito a percorrer, viver, amar e me doar.
Sigo na proporção curiosa da criança nas descobertas,
desafiando-me sempre e cada vez mais.

Recrio minhas energias, ressurgindo de abismos
integrando corpo e alma com serenidade e sabedoria.
Mágica é a vida e seus amores!

Célia.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Estava escrito nas estrelas...

Os deuses reverberaram em minha vida no mês de julho!
Fizeram com que eu sentisse todas as sensações.
Vivi amores e contradições, fases marcantes:
Nascimento. Namoro. Casamento. Gestação. Morte...
Simbologia introspectiva de muita vida!


Hoje, quero amor, quero amar, quero paz tão somente.
E, se possível, momentos felizes...
Estar aberta para receber de tudo um pouco.
E, saber valorizar a tudo e a todos.
Viver, apenas.


No silêncio do coração tomar decisões.
E, saboreá-las todas com o gozo do paraíso aqui e agora.
Contagiar-me pelo brilho da "Afrodite, Uraniana" e "Jeliel", meu anjo da guarda.
Simplesmente, sendo humana.
Sempre de alma e coração abertos esperando novos "julhos"!


Célia.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

FLAVIO, amor eterno.

Fulminante foi o nosso olhar

Luzes de emoções foram disparadas em holofotes

Amei, amamos, fui amada, adorei e adoramo-nos

Vivemos sonhos e desilusões, juntos sempre

Intimidade no olhar e até no pensar

Obumbrou-se minha vida – recordo-te, amor!

+ 07/07/2002

http://www.youtube.com/watch?v=Hj8fR-MpQQA&NR=1





Célia

domingo, 3 de julho de 2011

De repente...

É o que tenho para hoje
Uma luz a iluminar o meu dia
Vitalidade e saúde para brilhar junto a ela
Divinas bênçãos que sempre me amparam
Pessoas que se aproximam porque me amam
E são amadas.

O verbo ter já o conjuguei em todos os tempos
Cuido agora do ser cada vez mais
Chega de viver um mundo do faz de conta
A realidade mostra últimas luas e sóis
Como dizia o bom e velho Quintana:
- "... esta carcaça miserável do sonho"...

Célia.

sábado, 2 de julho de 2011

Em pensamento

Tenho meus desejos

Mas sei que não os posso

Há muito perdi a luta

Rendo-me aos seus desvarios

E espero pacientemente

Silencio-me no ostracismo

Fito seus olhos que fogem dos meus

Um dia encontrar-se-ão

Que não seja tarde demais.

Célia

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Nublado

No meu cinza, a reunião de esperanças
Em meu decadente nublado.
Acinzentou-se gélido, mórbido.
Recuperar-se como?
Se, o dourado sol não veio!
Cortar laços?
Construir independência?
Tenho-a em demasia.
Vida mentirosa!
Onde ficaram as promessas?

Célia