domingo, 2 de junho de 2013

Meu meio ambiente


 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Pezinho no chão corria pelo quintal.

Horta para semear,

legumes e verduras para colher.

Galinhas para cuidar.

Plantinhas para regar,

de um belo jardim a enfeitar.

Das árvores, deliciosas frutas, para saborear.

Agrotóxico? Que palavrão...

Água abundante,

de uma bica cristalina, pureza a me hidratar.

De poluição não ouvia falar...

Corria livre, solta:

trepava em árvores, brincava no balanço,

jogava bola e peteca,

pique - esconde, estilingue,

passa anel, pipas, e, cirandinhas...

Final do dia estava marronzinha de terra!

Asfalto não tinha...

E muito menos enchentes...

Natureza e humano – genuinamente puros!

 

Célia Rangel

 

21 comentários:

  1. Que viagem deliciosa você me proporcionou agora Célia!
    Vivi tudo isso e mais algumas coisinhas na chácara onde fui criada.
    Obrigada!
    Lindo!!

    Beijos com carinho.

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  2. BELO ALVORECER MINHA AMIGA DAS LETRAS !
    AIAIAIAIAIAIAIAIAIAIA !!!!!!!!!!!!!!!!!!
    VIAGEM AO PASSADO RETROCEDENDO O TEMPO,TAMBÉM FUI DESSA ÉPOCA QUE VIVI E ME DELICIEI COM TUDO QUE O CAMPO TINHA PARA OFERECER...HOJE SÓ SAUDADES ...
    BJSSSSSSSSSSSSSSSSS

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  3. Foi um tempo que apenas guardamos na nas nossas recordações. Já não volta mais.
    O homem transformou a natureza e destruiu o meio ambiente natural.
    As gerações futuras vão pagar um preço demasiado alto com novas doenças e cataclismos destruidores.

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  4. Um meio ambiente com muita quaidade !

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  5. Lindo que era,não? tantas mudanças hoje!! beijos,linda semana,chica

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  6. Um retrato fiel, da infância dos tempos idos...Dito assim, em poesia, fica menos amarga, a vida. Fico a imaginar, como dissertará um poeta neto dos nossos netos...Ao menos a Poesia, deverá existir...espera-se!
    Bela semana,beijos,
    da Lúcia

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  7. Que encanto! Lindo de viver! Também cresci em casa com bichos, plantas e quintal,

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  8. Nossa isto parece um sonho, como era bom, pena que neste mundo parece que as coisas boas desaparecem, beijos Luconi

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  9. Que infância bonita, Célia! Cresci bicho do asfalto, mas tive algum contato com o sertão de Goiás. Nossa mãe não nos deixava andar descalços e brincar com terra, nem no quintal de casa. Uma vez, ela se descuidou e meu irmão, que mal andava, apareceu segurando um filhote de cascavel. A sorte foi que ele pegou a cobrinha pelas pontas e ela não pôde morder. Seu poema consegue me deixar com saudade da infância que eu quase tive. Beijos!

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  10. Saudades da vovó, seu sítio na Serra da Meruoca. Ai, ai..., que bom que era!
    Beijos

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  11. Tão linda quanto saudável a nossa época. Dormíamos com os pés sujos, sem escovar os dentes e não morremos por conta dos vermes. Havia ,sim, muito mais interação entre a Natureza e o homem. Perfeito, Célia!

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  12. Que delícia! Com tudo isto que vivemos hoje temos a certeza; isto era vida, isto era felicidade! Infelizmente pouco disto se tem hoje. Beijos

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  13. Que delicia Celinha...outros tempos...Eu, apesar de passar toda minha infância em SP, morávamos numa casa de bairro que tinha patos, cachorros, gato, pintinhos, coelho e por pouco tempo 2 gansos. Época maravilhosa! beijos

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  14. Como era bom o tempo que tinhamos o privilégio de admirar a natureza, sem o asfalto...
    Parabéns pela linda postagem,
    Forte abraço!

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  15. Como era bonito poder admirar a natureza dessa forma,
    pena que agora se torna algo menos acessível devido aos asfaltos da vida!Forte abraço!

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  16. Que lindo Célia, sempre amei a natureza, mas nunca saí de São Paulo para morar em outro lugar,embora eu tenha tido um lindo quintal com plantas e árvores, mas olhe, fiquei encantada com a sua linda prosa sobre a vida assim, leve e feliz!
    Se foi assim a sua infância digo que foi mesmo muito linda!
    O máximo que fazemos atualmente, meu marido e eu, é ir em hotéis fazenda algumas vezes, amo o campo!
    Abraços minha amiga!

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  17. QUE SEUS CAMPOS SEJA SEMPRE FLORIDOS.BEIJOS DE LUZ!

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  18. Bucólico e nostálgico... belo retrato, Célia. Abraços.

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  19. Querida Célia

    Creio ter feito milhares de vezes um igual percurso, pé descalço,livremente...
    Mas que saudades, meu Deus!
    Adorei.


    Beijos



    SOL

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  20. Uma realidade que muitos de nós vivemos, quando crianças, e que hoje estão bem distante. Bjs.

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  21. Que coisa boa essa poesia!Bons tempos de criança e num espaço privilegiado.bjs,

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Obrigada, meu abraço,
Célia Rangel,
Autora responsável pelo blog.
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