domingo, 18 de agosto de 2013

Tudo é provisório


 (imagem-internet)
 
 

Difícil crer que se gera em um útero
Aquele que esfacelará todo um ninho de amor
Há uma impotência sem fim
Entre o querer e o desprezar a vida
Uma travessia animalesca
Onde se minimiza a mente
E ganha forma apenas prazeres pessoais.
Célia Rangel

15 comentários:

  1. Bom dia
    Um tema algo difícil de falar ou entender.
    O útero é o campo onde se desenvolvem as sementes.
    Será um ninho de amor.
    Aquilo ou aquele que nasce vem reforçar toda a dinâmica desse ninho de amor. Nunca virá destruir nem estilhaçar.
    Fazer amor e iniciar uma nova vida será o mais belo da vida do homem/mulher - Seres criadores.
    Penso que se deverá apagar o conceito de pecado e de mal.
    Deus criou coisas boas e maravilhosas.
    Partilhar a vida e amar os que nascem será sempre a continuação e o resultado do amor mais belo e puro.
    Esta é a minha visão da vida.

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  2. Escolhas... infelizes e tristes. Bjs.

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  3. Bom dia, Célia. Nunca fui mãe, então desconheço a experiência de gerar alguém; mas já fui filha, e vi muitas mães sofrendo grandes decepções. Mas acho que existe alguma coisa maior por trás de tudo o que é óbvio nesta vida.

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  4. Pena assim seja! beijos,linda semana!chica

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  5. Num acto de amor que gera ou não um novo ser não sinto que a mente possa estar ausente. Um ser é um todo pleno de emoções, sensações,sentimentos e razão. Quando assim for...compreenderá o seu lado animal e valorizá-lo-á como uma parte de si, ao entendê-lo e respeitá-lo.

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  6. Dentro deste hedonismo imperante estamos nós, afogados no clichê: se correr o bicho pega... Pensando bem: nem correndo estão mais, esperam que caia tudo do céu!

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  7. Estamos aqui só de passagem... realmente, a VIDA é um presente. Precisamos do útero para nos gerar, mas fora dele somos apenas uma fumaça que passa a caminho da eternidade!!!
    Bom dia para si!

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  8. Depois de ler fiquei por momentos pensando e analisando cada palavra ... é realmente uma grande verdade!!
    bj
    anacosta

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  9. Oi, Célia! Li e reli seu poema até que me veio à cabeça a história do menino que teria matado a família em São Paulo. É um assunto pesado, sobre o qual estou pensando em escrever. Preciso criar coragem. Beijos!

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    1. Oi, Carla!​
      Você leu minhas entrelinhas! Faço parte da sociedade que coloca em dúvida essa questão tão delicada. Como mãe acho um absurdo. Quando saio da esfera maternal e penso no esfacelamento social da família, tenho outro olhar! É um assunto que provoca muita reavaliação dos nossos conceitos. Obrigada, pelo seu comentário. Beijo. Célia.

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  10. Muito triste Célia, geramos um filho com muito amor e tudo que queremos é que ele nos dê alegrias, porém, muitas vezes os pais são surpreendidos por personalidades que desconhecem diante da educação que foi dada! Bjinhosssss

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  11. Muito violento, Célia! Que aconteceu? Não é o seu estilo! Mas infelizmente a realidade à nossa volta é, por vezes, muito violenta...

    Beijinhos.

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  12. Olá, querida Célia
    Minimizar a vida é não viver...
    Bjm de paz e bem

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  13. Não sei o que te fez pensar e escrever assim, muito triste esse seu poetizar. Desejo que tudo esteja bem com você. Um abraço, Yayá.

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  14. Celia,muito verdadeira essa reflexão.Infelizmente nos dias de hoje,acontecem muitas violencias praticadas por filhos contra pais...Tem um post seu no meu blog tb.Deixo o link se quiser dar uma olhada:

    http://recantodosautores.blogspot.com.br/2013/08/do-escritor.html

    bjs,

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Célia Rangel,
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