terça-feira, 12 de novembro de 2013

TRANSFORME-SE

(Google)


No viver.
No fazer.
No sentir.
No permanecer.

No gostar.
No amar.
No ter.
No ser.

Na maturidade,
percorrida as idades,
deixam-se os sonhos,
recorrem-se às realidades.

O ontem, o hoje, e o amanhã,
perdem o valor.
Deles só as boas lembranças...
‘Alzheimeia-se’ as demais.  

Gratidão, dádiva maior no existir,
no agora,
já que o amanhã,
poderá não mais fluir...

Célia Rangel 

13 comentários:

  1. Ou a gente vive se transformando, ou perdemos o bonde da história.
    Grande abraço,

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  2. Bom dia querida e iluminada amiga, lindo post, transformação sempre bjs no coração e afagos na alma.
    Vanderlei

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  3. Célia, como é difícil hoje se transformar, transformar para melhor, muita das vezes se prefere ficar no comodismo!
    Grande abraço!

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  4. Linda sua poesia,Celia! E precisamos estar atentos para nos transformar todos os dias! bjs,

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  5. Perfeitas ideias, Célia.
    Boa tarde, e um lindo dia pra você.

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  6. Que lindo seu poetar amiga Célia, sim, há de ser assim, nos transformando a cada dia, amadurecendo as ideias, fazendo acontecer, embora muitas vezes já vemos que fizemos quase tudo, ou quase tudo a que viemos!
    Abraços apertados!

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  7. OI CÉLIA!
    UM TERMO NOVO QUE SÓ PODERIA SAIR DE TUA MENTE PRIVILEGIADA MESMO, "ALZHEMEIA-SE", NOS DANDO CONTA QUE, NESSE EMBARALHAR DE LEMBRANÇAS, PREDOMINARÃO AS BOAS. TOMARA QUE SEJA ASSIM...
    LINDO DEMAIS CÉLIA.
    ABRÇS
    http://zilanicelia.blogspot.com.br/

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  8. É mesmo isso, amiga Célia! Há que nos adaptarmos - a tudo! (Cá por mim, já estou a ficar um bocado cansada de tanta adaptação...

    Beijinhos

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  9. Oi, Célia!
    Precisamos mesmo de um incentivo, uma forcinha às vezes para nos transformar.
    Há momentos em que ficamos tão perplexos, esperando e com isso paramos de nos transformar a cada dia, coisa que o ser humano deve fazer por várias vezes em sua vivência. Lindo poema!
    um beijo carioca



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  10. Naturalmente e divinamente guardamos o que há de melhor! abraços

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  11. Também já estou reivindicando o direito de "alzheimear" todas as desimportâncias aperreantes da vida, Célia. E que ninguém venha me dizer que ainda é cedo pra isso. Quanto antes a gente aprender a valorizar só o que é bom, melhor. Beijos!

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  12. Viver o hoje com intensidade, o amanhã deixe para o Alzheimer, rsrsrsrs Beijos


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  13. Boa tarde, Célia. Belíssimo poema. A gratidão tem de estar presente em absolutamente em tudo, temos de senti-la, vive-la.
    Sem a mudança somos paredes ocos, não temos vida, brilho e nem passamos mensagem alguma de valor.
    Fomos feitos para pensarmos e repensarmos quantas vezes se fizer necessário.
    Desse modo, amadurecemos, adquirimos experiências benéficas.
    Amei!
    Parabéns!
    Lindo fim de semana de paz!

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Célia Rangel,
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