sexta-feira, 15 de agosto de 2014

AO BETO



VÃOS


De repente surge um vão oco

Sem nada a despontar

Mas ele espantosamente existe

Pode ser a distância entre pilares

Vazios, inúteis, mas com finalidade

No imaginário construiu rede amorosa

Mesmo que em esforços vãos

Vão para outra realidade

Deixando enorme vão familiar

A não ser jamais preenchido

O que viveu não foi em vão

 

Célia Rangel

6 comentários:

  1. Profundo e lindo poema e esses vãos, onde o amor existe, nunca são em vão! bjs, chica

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  2. Que lindo amiga Célia, os "vãos" da vida, mas ainda bem que há quem vive e bem e poder dizer que não foi em vão!
    Obrigada sempre pelo carinho lá no meu espaço, sem você fica sempre faltando algo, estou sempre a espera de sua amável e querida visita minha doce amiga!
    Abraços apertados!

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  3. Significados múltiplos, numa única palavras: vão!
    O vão causado pela partida de Beto, será preenchido,
    por felizes lembranças que nunca se vão...Linda homenagem!

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  4. Tem vãos que são pra vida toda....

    bjokas =)

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  5. Oi, Célia! Nossos entes queridos continuam presentes, mesmo após partirem. Beijos!

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  6. Uau! Que lindo!
    Super profundo e reflexivo, amei!
    Um abraço cara amiga Célia e bom final de semana.

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