sexta-feira, 17 de abril de 2015

Parada obrigatória!














Em minha porta chegasse
Dei-lhe vida e norte
Sem temer a morte
Que me crucificaria sem você.

Nossos sonhos eu prossigo
Com a delicadeza de um tempo
Recoberto por uma névoa tênue
Onde há alguém que ninguém vê.

Talvez minha visão sonâmbula
Persiste em lembranças apagadas
De um encontro marcado
Na vida que não me encontrou.

Não me importo
Prossigo o caminho que é só meu
Volto às origens e na bagagem meus poemas
Sentimentos misteriosos do breve retorno.


Célia Rangel

8 comentários:

  1. Intensa e profunda poesia! Linda! Ótimo fds! bjs,chica

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  2. ~ Não há nada mais confortante, do que
    voltar às origens no outono da vida...
    ~ Melhor, com essa bagagem preciosa...

    ~~ Excelente fim de semana, Célia. ~~

    ~~ ~ ~ ~ ~ ~ Abraço amigo.~ ~ ~ ~ ~ ~~
    ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

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  3. Pois então, prossigamos, mesmo que em nossa bagagem , levemos tantas lembranças apagadas...
    Belo poema, Célia.
    Beijos!

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  4. Triste, Célia, mas esperançoso de toda a maneira...

    Beijinho.

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  5. Oi Célia, vim agradecer suas visitas e aqui encontro esta poesia profunda e que me faz pensar: Não devemos ter medo da morte, ela faz parte da vida de todos.
    Uma linda noite pra você amiga e um amanhecer feliz e se estenda em toda semana. Beijosss
    Lourdes Duarte

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  6. Olá, Boa noite, Célia
    ...temos sempre que olhar com atenção para o nosso caminho, principalmente quando o sentimento que nos abate é a frustração, que faz parte da vida. Portanto, é o nosso caminho, não do outro...temos que voltar às origens e olhar por onde passamos ou o que fizemos, sem perder o foco, prestando atenção, olhando com atenção, que a vida irá nos encontrar, pois o desencontro do encontro que foi marcado se deve em parte ao que não enxergamos de detalhes, das minúcias...
    Agradecido, feliz semana,belos dias, beijos!

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  7. Bonito demais, Célia! Sei como é caminhar acompanhada por ausências. Beijos!

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  8. Ai que lindo! Nem preciso dizer nada!!!! Beijos da amiga Bia

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Célia Rangel,
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