domingo, 21 de junho de 2015

Uma relíquia: A Vida!

Há um relógio traiçoeiro
Que não para
E há um ser ansioso
Por satisfazer-se.

Acelerada ou estagnada
A vida prossegue
Recusar de nada adianta
Tudo muda querendo ou não...

Raros são os momentos
Em que a desenfreada batalha
Cede espaço ao silêncio interior
Tão necessário às reflexões.

Pacifica-se quando a tudo se acolhe
Limitando ao seu espaço a impaciência
Depositando créditos à esperança
De que tudo mude para melhor.

Subjuga-se o acelerar dos ponteiros
Ouve-se o som ritmado do coração
Que aquece elementos sóbrios
Para a eterna busca da paz interior.

Célia Rangel


16 comentários:

  1. O relógio do tempo não para mesmo e torcemos pra que ele marque horas de paz interior, que precisamos muito! bjs, lindo inverno! chica

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  2. Poema que induz à reflexão e ao reconhecimento de que a vida é dom e é graça. Uma brevíssima e extraordinária fresta de luz suficiente para acender a esperança que, a partir da fé, sem dúvida nos fortalece e prioriza o agradecimento, antes de tudo. Grande abraço.

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  3. Célia, ler o teu bonito poema, é ter uma noção da procura da paz interior,
    O poema tem tudo para se gostar.
    Beijos

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  4. Que reflexões acertadas, amiga Célia! Eu, que sou uma estourada, nunca seria capaz de ter esta clarividência...
    Todos diferentes, todos iguais.....

    Beijinhos

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  5. Célia, lindo esse seu poema, mas nós custamos (ou nunca nos damos conta) que o ato de viver, já é uma dádiva. Mas precisamos ir em busca de algo que nos tire a paz e a alegria de viver, parece uma sina! O ser humano é assim, nunca está contente, se tem o suficiente, ainda é pouco!
    Beijos.

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  6. ~~ Um poema que ajuda a relaxar...

    ~~~ A Vida precisa de pausas. ~~~

    ~~~ Um Inverno doce e ameno.~~~

    ~~~~~~ Beijo amigo. ~~~~~~~~~~
    ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

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  7. A sintonia do coração é perfeita! abraços

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  8. Na verdade, Célia, a vida é uma Relíquia que deve ser preservada o máximo que nos for possível.
    Quando o relógio parar, estaremos prontos nos acomodar ao que é o nosso Destino.


    Beijos


    SOL

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  9. Feliz de quem gosta de mudanças, Célia, pois terá muitas pela vida toda. Lindo poema. Beijos!

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  10. Olá querida, Célia, estou retornando ao blog.
    Seu poema me dá a oportunidade para refletir sobre o tempo que temos ou o que vivemos. Às vezes, me pego a pensar no meu tempo, aquele que não tem mais volta.
    O quanto me resta de vida ...... Sei que é errado pensar assim, mas ainda penso. Belíssimo seu poema. Grande abraço!

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  11. Oi Célia,

    passando para matar a saudade e deixar um abraço

    Sobre o poema? Vou levar esta frase comigo:
    E há um ser ansioso
    Por satisfazer-se

    Assim somos todos nós!!! Ansiosos por satisfazermos nossas vontades!

    Grande abraço Célia

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  12. A vida não para.... Beijo Lisette.

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  13. Marcelo Sguassábia24 de junho de 2015 04:03

    Tempo... esse recurso não renovável! Não há dinheiro que pague o que vale esse rapazinho! Abraços, Célia.

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  14. Bonito e sábio o seu poema, Célia! Precisamos mesmo ouvir mais as batidas e a voz do coração.
    Um grande abraço!

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  15. Todas as respostas estão dentro de nós e há dias, em que não conseguimos um momento de introspecção...
    Belo poema, Célia!
    Beijos!

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  16. Está tudo muito acelerado, temos que viver depressa! Afffff! Beijos

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Obrigada, meu abraço,
Célia Rangel,
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