segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Uma segunda pele...


Afinados

Sempre que nos predispomos a aprender, significa que transformações virão. Aprendizagem não só de diversos conhecimentos, mas também e principalmente ‘aprender e apreender’ a rica experiência com o outro.

Aprender a aceitar. Aceitar para gostar. Gostar para amar. Reconhecer que o amor que cresce em mim e contagia o outro é fonte essencial para uma convivência feliz, em total sintonia de afeto, respeito e benquerer. É sustentar o olhar que dignifica!

Ele é o meu próximo!

Eu sou o próximo dele!

Assim e, só assim, nos completamos.

Conhecer a realidade interior de ambos, pluralizar as relações: imenso desafio.

Ser digna dessa fidelidade, dessa abertura, expressar emoções e acolhê-las torna-se imensa a perspectiva de expansão de vidas. Atinge-se um alto grau de maturidade!

Estar afinados numa relação, numa comunicação é entoarmos o mesmo som, o mesmo ritmo, a mesma música sem titubear. Sem privilégios. Autênticos. Sabemos o que queremos. Atingimos o ideal de felicidade e cumplicidade com o outro.

Como diz John Powell... “o verdadeiro encontro pessoal, deve basear-se na comunicação honesta, aberta, visceral”.

Em suma, é o respeito a si próprio e ao outro. Isso é possível  e, muito tranquilo, quando vejo no outro e sou para ele... uma segunda pele.

Célia Rangel

12 comentários:

  1. É muito bom quando esse encontro acontece, de corpo, alma e pele! bjs, chica

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  2. A velha frase, "homem nenhum é uma ilha",cuja autoria desconheço, cabe perfeitamente nesse contexto: cada ser humano, se completa com o outro.
    Como sempre, você compartilha um texto que conduz à oportuna reflexão.
    Obrigada, Célia, forte abraço!

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  3. Lindíssimo texto, pois é bem assim, o respeito a si é o que faz o amor ser completamente verdadeiro, comunicação aberta, honesta, sinceridade, tudo isso nos deixa leves e felizes, acredito na felicidade partindo desse princípio!
    Amei ler amiga sempre querida, Célia!
    Abraços bem apertados!

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  4. Um bom texto para reflexão. Eu tenho um lema que me deu minha avó. Nunca fazer aos outros o que não gostaria que me fizessem a mim.
    Um abraço e uma boa semana

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  5. Oi, Célia!
    "Aprender a aceitar. Aceitar para gostar. Gostar para amar. Reconhecer que o amor que cresce em mim e contagia o outro...É sustentar o olhar que dignifica!",
    Até porque, viver solitário é angustiante e muito chato!
    Abraços e boa semana!

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  6. Linda reflexão querida Célia!
    Bom demais quando há este encontro verdadeiro.
    Um abraço e felizes dias sempre.

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  7. Bom dia, Célia!
    Texto mais do que correto, pois é assim que devemos fazer para uma vida mais feliz e sem mágoas uns com os outros. Aprender e aceitar, ajudar com carinho em palavras e atos. Agora mesmo fiz uma ligação para minha irmã que cuida muito bem de minha mãe que tem Alzheimer, mas não liga pra ela, e deixa o tempo e os dias passarem. Lembrei a ela desta importância para que não adoeça também e não engorde mais do que está, afinal ela acaba dormindo muito e perde o dia, ainda mais os dias lindos e azuis que têm sido neste inverno tão aquecido.
    Ela cuida da minha mãe e eu cuido dela, estou sempre lembrando a importância dela se movimentar, fazer exercícios e não comer coisas que possam lhe fazer mal. Mas, tem que ser com carinho, pois muitas vezes as pessoas se rebelam, dizem que não tem jeito, que não podem fazer isso ou aquilo, mas o que importa é que acabam ouvindo e fazendo em seguida, porque é tudo com carinho e pensando no bem maior.
    Adorei seu texto!
    beijos cariocas

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  8. Hoje Célia Rangel dediquei-lhe um acróstico a nossa amizade na minha página, é baseado nessa afinação de almas que mesmo distantes se tocam e reproduzem amor pelo outro.

    O seu carinho tem um toque de flores, sempre perfumam minha alma!

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  9. Um autêntico Tratado de meditação a ser aplicado nas relações interpessoais.
    Quem tem olhos para ler, leia.
    Parabéns, Célia.
    Beijos

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  10. Se eu tivesse de grifar, salientar alguma coisa, grifaria todo seu texto, Célia, está bom demais, um tratado para pensarmos muito do porquê certas pessoas não conseguem ser amigas, e fazendo parte até da mesma família. É uma intolerância imensa, falta total de boa vontade.
    Gostei muito dessa postagem.
    Bjus!

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  11. Tenho respeito pelo "eu" pessoal, mas respeito qualquer outro, desde que digno, Célia.

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  12. Verdade, Célia. A disposição para aprender nos traz crescimento em vários sentidos. Sobre as relações humanas, o "querer conhecer" abre o coração para o amor e derruba preconceitos.

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Obrigada, meu abraço,
Célia Rangel,
Autora responsável pelo blog.
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