segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Humana

O prazer nas pequenas coisas

Que me isola nos pensares

De arrumar o aconchego interior

De servir e ser servida em delícias

E ter vazio um sétimo dia para o carpe diem

Na calma da alegria por ter saboreado da vida

Em demasia exatamente como planejado

Sabores e aromas de um tempo servido

Em banquetes ávidos na obliquidade de sentimentos

Que na proximidade física, chega a solidificar-se no espiritual

Enigma total de uma cegueira mental incorporada

Nos passos trôpegos em busca do deserto divino - Deus -

Esse mesmo que me abraça e comigo partilha

Do pão e do vinho brindando as alegrias e dissabores da vida!




Célia Rangel


8 comentários:

  1. Bom dia Célia! É isso amiga, por mais que a vida nos de lambadas, com fé em Deus e esperança é possível brindar os dissabores. Deus não desampara seus filhos. Parabéns pelos portentos versos.
    Tenha uma abençoada semana.
    Abçs!

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  2. Lindo e profundo, a alma em sua sabedoria sabe bem definir o quanto há prazer nas pequenas coisas, chegando às grandes realizações com a fé que lhe é peculiar!
    Abraços linda amiga!

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  3. Uma linda semana pra vc.

    Regada do amor de Deus =)

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  4. A maturidade não nos tira nada, pelo contrário, acrescenta. Onde encontraríamos sabedoria, mais paz, mais compreensão, mais tranquilidade e mais discernimento? Jamais trocaria meus anos de estrada por uma juventude ansiosa – o qual também passei -, e cujo valor é mais voltado mais para a beleza física. Só no crescimento é que seremos capazes de brindar as alegrias e também os dissabores; tudo é aprendizado. E essa aceitação chama-se paz. E tem seu preço e seu tempo.
    Bonito texto, Célia, lendo e pensando...
    Beijo.

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  5. Bom dia querida Célia..
    justamente as pequenas coisas que nos reservam as maiores alegrias..
    é na simplicidade que a vida se faz vida e nos encontramos com nós mesmos.. abraços e feliz dia

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  6. Humano, demasiado humano. Mas em sintonia com do divino. É isso. Abraços, Celia.

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  7. Que beleza!
    Somos humanos, mas quase divinos quando nos ligamos ao Amor e seus versos dizem tudo isso.
    um abraço carioca


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  8. chegando, assim, ao patamar da sabedoria. Aquele grande abraço, Célia!!

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Célia Rangel,
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