sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Singularidade!


Envolver com o olhar e, absorver...

Ver o mundo refletir suas cores.

Sol e Lua que no desencontro se amam

Um aquece o dia e a outra ameniza a noite.

Sol que se entrega para o mar

No vão de uma janela aquece a esperança...

Lua que ama a terra e acalenta sonhos...

Na transparência de uma vidraça ilumina corpos.

Despertam e exploram sentidos e sentimentos

No encontro com o planeta e,

Na quietude de seus rastros luminosos

Adornam graciosamente a natureza!

Nuvens se contrapõem no exercício da humildade

Para que ambos “astros” se igualem

Sem soberania...  Apenas tocantes...

Envolventes... Insubstituíveis...

Únicos!



Célia Rangel




6 comentários:

  1. Únicos, singulares, essas palavras dizem tanto, mas tanto de tudo, as belezas do universo, o mundo em sua simplicidade e a humanidade o fez complexo!
    Em seus belos versos nos mostra a sensibilidade do seu olhar!
    Amei ler amiga poetisa Célia!
    Abraços bem apertados!

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  2. ~~~
    ~~~~~~~~~~~ Muito belo!

    ~~ Muito talento, criativdade e subtileza...

    ~~~ Uma poética admirável, Célia! ~~~
    ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

    ~~~~~~~~~ Abraço amigo.~~~~~~~~~
    ~ ~ ~

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  3. Célia, na verdade, a humildade é insubstituível, por estar a haver, cada vez menos.
    Beijos

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  4. Lindas e encantadoras palavras,belo poema,gostei imenso!! Para ti,eu te desejo um excelente domingo,muitos beijinhos!!

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  5. Olá, Célia.

    Harmonia e poesia, a natureza inspirando, iluminando corpo e alma.

    Um abração e uma boa semana.

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  6. Um completa o outro. Lindo! Beijos

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