domingo, 15 de novembro de 2015

Prazeres

"Na Morada das Palavras, Rubem Alves", diz:

[...] Gosto do poema intitulado "Prazeres". Sem rima ou métrica, é uma simples enumeração de algumas das coisas que o faziam feliz. Vidros coloridos de um vitral.

A primeira olhada pela janela da manhã.
O velho livro de novo encontrado.
Rostos entusiasmados.
Neve, a mudança das estações.
O jornal.
O cão.
Tomar banho.
Nadar.
Velha música.
Sapato confortável.
Perceber.
Nova música.
Escrever, plantar.
Viajar.
Cantar.
Ser amigo.

Meus "Prazeres" seriam muito semelhantes, claro, sem a "neve"... "o nadar" e "o cão"... Assim, uma vida confortavelmente simples.
Abraço e bom domingo!
Célia Rangel

3 comentários:

  1. Olá, querida Célia
    Nada com perceber a suavidade da vida e a simplicidade reinante no mundo...
    Bjm fraternal

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  2. Linda escolha do poema, os "prazeres" diferem, mas o que importa é mesmo poder sentir prazeres por tudo o que se sente de verdade, amo quase todos os prazeres citados pelo escritor, principalmente viajar, adoro viajar, acho que me deixa antenada na vida, nadar então, nossa, esse contato com a água me deixa muito feliz e leve, amo o mar principalmente!
    Abraços linda amiga Célia!

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  3. E aí temos o quatodiano de muita gente...
    Bjsss

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Célia Rangel,
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