quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Para Ler e Encantar-se! "Dia do Livro".


"Paisagens Poéticas"

Disciplina: Literatura

Nível: Ensino Fundamental

Autor: Lauro Daros

DESCRIÇÃO

Até quando a beleza da Arte superará a beleza das palavras e dos atos? Chegará o tempo em que Arte e Vida se tocarão pela estética. Por meio do amor e da criatividade, do equilíbrio entre a racionalidade e a sensibilidade, o ser humano se tornará naturalmente artista e devolverá ao mundo a magia e o encanto, a beleza e a harmonia, a justiça e a paz. Com o olhar sensível de poeta, Lauro Daros traz neste livro sutis reflexões sobre paisagens interiores e exteriores.

FICHA TÉCNICA

"Paisagens Poéticas"

Cód. FTD: 13400132
Disciplina: Literatura
Nível: Ensino Fundamental
A partir de: 7º ano
Temas abordados: Amor, Autoconhecimento, Natureza, Vida. 
Temas transversais: Ética.     
Gênero Literário: Poesia ISBN: 9788596000246/ Páginas: 40 /
Ano de produção: 2015

FTD Educação

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

DÉCADAS INTENSAS...




Aos 10 – muitas  brincadeiras  do  faz  de  conta

Aos 20 – muitos  sonhos  em  mudar de  vida

Aos 30 – muita  paixão  com  marido  e  filhos

Aos 40 – muita  realidade  em  manter uma  família

Aos 50 – muitos  desmoronamentos  e  reconstruções

Aos 60 – muita  certeza  do  dever cumprido

Aos 70 – ‘savoir - faire ‘ em  viver os  prazeres  da  vida

Depois, as  próximas? Que  venham  na  mesma  intensidade, pois   a  paixão  pela  vida  e  seus  viventes  fortalece-se  cada  dia  mais!

Convivo  muito  bem  comigo, com  o  que  me  faz  bem, com  o  que me  restaura, com  o  que  deixa  mais  belo  o  meu  interior!

Mais  o  quê?

Apenas, prazo  suficiente  para  desfrutar, meditar e  amar isso tudo!


Célia Rangel, 70


sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Singularidade!


Envolver com o olhar e, absorver...

Ver o mundo refletir suas cores.

Sol e Lua que no desencontro se amam

Um aquece o dia e a outra ameniza a noite.

Sol que se entrega para o mar

No vão de uma janela aquece a esperança...

Lua que ama a terra e acalenta sonhos...

Na transparência de uma vidraça ilumina corpos.

Despertam e exploram sentidos e sentimentos

No encontro com o planeta e,

Na quietude de seus rastros luminosos

Adornam graciosamente a natureza!

Nuvens se contrapõem no exercício da humildade

Para que ambos “astros” se igualem

Sem soberania...  Apenas tocantes...

Envolventes... Insubstituíveis...

Únicos!



Célia Rangel




quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Indicação



O link acima é de um site em que aprendo muito! Excelentes leituras!  
Nessa semana, Anderson, o autor, me fez uma grata surpresa, colocando uma das minhas produções em seu blog.
Uma honra, a qual agradeço!
Grande abraço,
Célia Rangel.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Dia do poeta!


O poeta

Um ser especial

De uma sensibilidade à flor da pele

Oposto a tudo o que fere, machuca, entristece

Adepto aos amores, alegrias, aos sentimentos nobres.

Cético, às vezes pela crueldade e ignorância visíveis.

Incisivo, ao perceber o grau de letargia da humanidade.

Choca com palavras buscando uma reação equilibrada.

Agride, apenas com o olhar a incompreensão do outro.

Sente com o coração, expressando em sua alma, amores.  

Silencioso, quando se percebe destoante do ambiente.

Esse é o poeta que a tudo transforma:

Decadência...  em beleza natural,

Ruídos...  em sonatas românticas,

Dores...  em alegrias e crescimento,

Odores...  em reflexos condicionados de lembranças,

Sabores especiais...  em duradouras paixões...

Magicamente tudo aconchega em seu coração.

E, com seu olhar sensível e inteligente,

Deixa-nos uma profunda herança:

A palavra envolvida em sentimentos.

Célia Rangel





sábado, 17 de outubro de 2015

Passatempo... Tempo passa...






Ainda que passem décadas

E é bom que passem com liberdade de escolhas...

Nunca é tarde demais para se deixar contagiar

Pelo ardor da vida, experimentando de tudo um pouco...

Há um coração e mente que emolduram sonhos

E um físico que realiza projetos, projeções e prospecções.

Há uma imoralidade em não ceder aos caprichos cotidianos...

Investigar-se é importante para o conhecimento pessoal,

Assim, é normal comparações entre iguais e diferentes,

Do infinito, não há pressa em conhecê-lo...

Afinal, somos parte do Universo de onde contemplamos,

Imensa diversidade de elementos físicos, morais e intelectuais,

Que dependem do olhar que reconhece caminhos e limitações.

No equilíbrio do limite entre a resiliência e a resignação,

Habita o bem estar da vida com saldo positivo!

 

Célia Rangel, outubro de 2015

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Dia do Professor...


Mestre... Professor... ou Educador? Ser ou Não Ser...

Aproxima-se mais uma data. Seria ela significativa?

A total desmoralização da classe leva-nos a conclusões não muito favoráveis! Saímos à caça dos culpados e o mais intrigante disso tudo é que esbarramos em nós mesmos. A total desunião entre nós. Não sabemos trabalhar verdadeiramente em equipe. Competimos! Somos despreparados. Nossos cursos de formação para professores, em geral, são de quinta categoria. Só podem resultar nessa total baderna cultural! Acomodamo-nos. Não buscamos atualizações, salvo raríssimas exceções. Nossa clientela quando chega à escola, já vem com a mente recheada de informações tecnológicas adquiridas por várias modalidades de mídia. E a escola vira sucata! Contextualizar. Atualizar. Modernizar. Ou muda... ou morre!

Políticas públicas educacionais? Onde? Diariamente vemos “analfabetos” e o pior deles, os funcionais, ocupando espaços na cultura... Desmoralização total. Os discursos. “A Pátria Educadora”! As apresentações públicas. A politicagem underground, o desvio de verbas, seria esse o estímulo à educação de um país? E o direito à mesma fica teorizado nas constituições... Chantagens!

Empresas particulares voltadas à educação... ou ao lucro? Cobram-se tudo do professor, que delas recebem a grife de “Educador”... E a restituição do que lhe é devido é sempre desproporcional ao ativo das mesmas. Somos bens de consumo. E, descartáveis! Novas propostas pedagógicas e belos exemplares humanos substituem-nos com o jargão... “velhos, desatualizados”.

Sobra nisso tudo – a rua – onde nossas crianças, nas esquinas e nos semáforos, abordam-nos, ávidas, não para aprender, mas para tirar de nós o que a vida não lhes favoreceu. “O Educador de rua”...

Fica a pergunta: comemorar... o quê? Minha resposta é: celebrar a vocação simplesmente – sacerdócio natural com que o Criador me batizou, há anos! Não haverá shows comemorativos, pois esses eu já os fiz em sala de aula. Hoje, recebo nas ruas, no reencontro com meus ex-alunos, o aplauso.

Essa é a comemoração! 

Profª Célia Rangel

 

domingo, 11 de outubro de 2015

Que Ela abençoe nossas crianças...


 

 

Deixar com Ela

Assim, em oração, entrego-me a Ela,

Nossa Senhora!

Cuida de mim, protege-me, guia-me, ensina-me

A esperar o Seu Tempo.

Tempo de Deus,

Tempo da Mãe,

Tempo do Filho.

Respeitar na mansidão de pensamentos.

Saber esperar com o coração...

Depositária fiel, tenho crédito,

Com Ela e com Ele

O caminho?

Só um “GPS Divino” irá nortear

Sentimentos, emoções, desejos acarinhados...

Na aventura de viver e perpetuar

O dom maior de todos,

O do Amor e Amar!

Sem limites, sem preconceitos,

Amar simplesmente no aconchego da alma...

Doando-me a tudo e a todos

No rosário mental de minhas orações.

 Amém!




Célia Rangel

sábado, 10 de outubro de 2015

Dia da Criança, não do Consumismo...


A ARTE DE SER CRIANÇA

 

Saint-Exupéry, em “O Pequeno Príncipe”, expressa que só as crianças são felizes, porque sabem o que procuram, e são capazes de se encantar com as coisas mais simples e torná-las mais belas.

            A criança integra-se à arte divina – a natureza. Ela sabe brincar de inseto e de pássaro; de planta e de vento; de riacho e de pedra. E sabe brincar de Deus. E Deus sabe brincar de criança.

Diz o poeta Mário Quintana: “Ah! Aquela confiança que tem uma criança rezando... Inocente confiança. Alegria. Quem é de nós que reza com alegria? Parece que só existe mesmo o Deus das crianças... Deus é impróprio para adultos”.

Jesus ensina que o Reino dos Céus – a verdadeira felicidade – pertence às crianças. Sem um coração de criança – simples, transparente, suave – difícil alcançar o Céu. O Céu é a metáfora da íntima relação com Deus.

A limpidez e a beleza do rosto de uma criança é o rosto de Deus. Um rosto de várias formas e de muitas cores. Um rosto de paz que acolhe a diversidade.

A criança tem alma de poeta. Vê o essencial, porque olha com o coração. Alberto Caeiro confessa: “A criança ensinou-me tudo. Ensinou-me a olhar para as coisas. Aponta-me para todas as coisas que há nas flores. Mostra-me como as pedras são engraçadas... Ela dorme dentro da minha alma e às vezes acorda de noite e brinca com os meus sonhos”.

Os progressos intelectuais pouco valem se não tornam mais humanas e felizes as pessoas. A meta do saber é que nos tornemos simples e serenos e belos como as crianças e os poemas e as flores. Assim talvez então possamos chegar ao Gênesis: criados à imagem e semelhança de Deus.

Voltar a ser criança é um longo processo de sabedoria. É explorar todas as possibilidades humanas e descobrir, com espanto, que o ponto de chegada está no ponto de partida. O poeta Eliot aconselha: “Não devemos cessar a exploração; o fim de todo o nosso trabalho é chegar ao ponto de partida e conhecer o lugar pela primeira vez”. 

 Exprimiu Joyce Kilmer, no poema Árvore:

“Qualquer néscio como eu sabe fazer um poema.

Mas quem pode fazer uma árvore?

 – Só Deus”.

Parafraseando o poeta, pode-se também dizer que qualquer néscio poderia tecer este texto. Mas quem pode tecer no seio materno uma criança?

 – Só Deus.
 Lauro Daros










sábado, 3 de outubro de 2015

Silenciar é Inteligência Emocional




 

Momento único, inteligente, em que se fala com a alma.

Ilumina-se todo um viver presente,

Pautado no turbilhão da linguagem futura.

É tão grandioso que, não cabe intimamente,

Necessita de um resgate dos sentimentos.

Estabelece-se uma ligação de total cumplicidade,

Com o ego, no silêncio que provém da natureza.

E, por não ter sabor ou forma própria,

Apropria-se de outros elementos e se faz presença...

E assim, se configura consciente no silêncio produtivo,

Que energiza, purifica, tranquiliza pensamentos.

Faça do momento do seu silêncio,

O seu mais puro ato de amor consigo.

Priorize enfrentamentos diários, com mais ânimo.

Ganhe na autoestima e conforto pessoal...

Desfrutar desse momento é fundamental,

Apazigue o consciente com o inconsciente,

Para uma boa qualidade de vida.

 

Célia Rangel

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

TERAPIA DIÁRIA




Sou jovem há mais tempo que vocês...


Não busco o amanhã,


Vivo o hoje com naturalidade.


Respeito o meu corpo e minha mente.


Memórias felizes revivo-as,


Memórias tristes enterro-as.


Persigo o meu lema interior:


- aprender a aprender


- a fazer



- a orar


- a meditar


- a me distrair


- a cantar


- a ler


- a ‘poemar’ a poesia da vida


- a rir e caçoar muito de mim


- a amar como uma ‘idolescente’
 

- a silenciar e,
 

- a saber esperar...


-o melhor da vida!

 

Célia Rangel, 69


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