domingo, 29 de novembro de 2015

Advento

Momento... Lembranças...
De partidas e chegadas
De reencontros.

De  vida vivida, não sabotada.
Só assim, na simplicidade,
Desejar felicidade.

Precisamos de mais?
Nas entrelinhas, nos entreolhares,
Só  perdão, amor e magia
Transformando as relações.

É tempo de expectativa,
De preparar caminhos
Para o “Menino Jesus”,
Promessa de um “Mundo Novo”!




Célia Rangel


sábado, 28 de novembro de 2015

Ama-te

Afaga-te com serenidade
Perceba como tu és
Sinta teu rosto... tua pele
Teu corpo... tua alma
Aqueça-te com ternura
Abriga em ti o coração
E liberta tua alma
Olha-te no espelho do olho
E trace teu perfil
Sonhaste assim?
Idealizaste isso que vês?
És feliz? Estás pronto?
Senão... reforma-te
E, prossigas
Enquanto é tempo
E o caminho está aberto
Coragem! Vai..
Minha mão será a tua
Meus olhos serão os teus
Meus passos serão os nossos
Em um só destino
Mágico e eterno.


Célia Rangel


sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Divina Atração




Superar nossos limites e darmos o “salto no escuro” (cf John Powell) em busca da fé não nos insere em uma irracionalidade. Ao contrário, é a superação de nossos próprios limites na racionalidade para o perfeito encontro confiante em Deus.
Não há fórmulas, estratégias, planejamentos para a fé; apenas a confiança intima em outra mão que segura a nossa. Alguém que nos ama infinitamente e espera a nossa resposta de fé. A vida é ação e não podemos ficar de braços cruzados e/ou recuarmos. Vida requer ações, grandes sacrifícios e grandes silêncios – a meditação: “Quem sou e no que me transformo? Esforço-me para ser “colega de trabalho” de Deus? Minhas orações buscam esse caminho: se for da tua vontade? Há em minhas orações e suplicas a coerência do humano com o divino?”
Já observou uma criança? Sua espontaneidade? Pureza? E, simplicidade? Está em geral, sempre alegre, sempre ocupada, e, quando quer algo sabe exigir como ninguém: chora, grita, mas basta um carinho, uma palavra meiga, ou novo desafio que tudo fica bem. Ela sabe viver em harmonia com Deus. E nos mostra gratuitamente, como é fácil! Basta sermos simples!
Célia Rangel.

 

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

"O AMOR,” QUERIDA LIESERL




 Quando propus a teoria da relatividade, muito poucos me entenderam e o que vou agora revelar a você, para que transmita à humanidade, também chocará o mundo, com sua incompreensão e preconceitos.

Peço, ainda, que aguarde todo o tempo necessário — anos, décadas, até que a sociedade tenha avançado o suficiente, para aceitar o que explicarei, em seguida, para você.

Há uma força extremamente poderosa, para a qual a ciência, até agora, não encontrou uma explicação formal.

É uma força que inclui e governa todas as outras, existindo por trás de qualquer fenômeno que opere no universo, e que ainda não foi identificada por nós.

Esta força universal é o AMOR.

Quando os cientistas estavam procurando uma teoria unificada do Universo esqueceram a mais invisível e poderosa de todas as forças que existem.

O Amor é Luz, dado que ilumina aquele que dá e o que recebe.

O Amor é gravidade, porque faz com que as pessoas se sintam atraídas umas pelas outras.

O Amor é potência, pois multiplica (potencia) o melhor que temos, permitindo assim que a humanidade não se extinga em seu egoísmo cego.

O Amor revela e desvela.

Por amor, vivemos e morremos.

O Amor é Deus e Deus é Amor.

Esta força tudo explica e dá SENTIDO à vida.

Esta é a variável, que temos ignorado por muito tempo, talvez porque o amor provoca medo, sendo o único poder no universo que o homem ainda não aprendeu a dirigir a seu favor.

Para dar visibilidade ao amor, eu fiz uma substituição simples na minha equação mais famosa.

Se, em vez de E = mc², aceitarmos que a energia, para curar o mundo, pode ser obtida através do amor multiplicado pela velocidade da luz ao quadrado (energia de cura = amor x velocidade da luz ²), chegaremos à conclusão de que o amor é a força mais poderosa que existe, porque não tem limites.

Após o fracasso da humanidade no uso e controle das outras forças do universo, que se voltaram contra nós, é urgente que nos alimentemos de outro tipo de energia.

Se quisermos que a nossa espécie sobreviva, se quisermos encontrar sentido na vida, se queremos salvar o mundo e todos os seres sensíveis que nele habitam, o amor é a única e a resposta última.

Talvez ainda não estejamos preparados para fabricar uma bomba de amor, uma criação suficientemente poderosa para destruir todo o ódio, egoísmo e ganância que assolam o Planeta.

No entanto, cada indivíduo carrega dentro de si um pequeno, mas poderoso gerador de amor, cuja energia está aguardando para ser libertada.

Quando aprendermos a dar e receber esta energia universal, Lieserl querida, provaremos que o amor tudo vence, tudo transcende e tudo pode, porque o amor é a quintessência da vida.

Lamento, profundamente, não ter sido capaz de expressar mais cedo o que vai dentro do meu coração que por toda a minha vida tem batido, silenciosamente, por você.

Talvez seja tarde demais para pedir desculpas mas, como o tempo é relativo, preciso dizer que te amo e que, graças a você, obtive a última resposta.

Seu pai,

Albert Einstein.

domingo, 22 de novembro de 2015

DIA DA MÚSICA E DO MÚSICO



A palavra "música" é de origem grega e significa "referente às musas". De acordo com a mitologia grega, as musas eram nove deusas que inspiravam as pessoas na arte de fazer poesia e música.

 

Segundo o Dicionário Novo Aurélio, música é "arte e ciência de combinar os sons de modo agradável ao ouvido". Já o Dicionário Houaiss define-a como "combinação harmoniosa e expressiva de sons [...]; arte de se exprimir por meio de sons, seguindo regras variáveis conforme a época, a civilização etc.".

 

Na Pré-História, o ser humano descobriu os sons do ambiente que o cercava: o rumor do mar, dos rios e das cascatas, o ruído do trovão, o canto dos pássaros, as vozes dos animais, o barulho do vento contra as folhas, o zumbido dos insetos, o som dos passos de outros seres humanos e, sobretudo, o maior instrumento musical humano: a voz. A música pré-histórica, contudo, não é considerada como arte, visto ser um veículo expressivo de comunicação, sempre ligada às palavras, aos ritos e à dança.

 

Com o decorrer do tempo, o ser humano inventou instrumentos musicais para expressar seus sentimentos. Desse modo, surgiram os instrumentos de cordas, de percussão e de sopro. Hoje, os computadores auxiliam cientistas e artistas nas várias atividades musicais, desde a elaboração de uma simples partitura até a produção de sons inimagináveis outrora.

 

A música, por seu turno, recebeu vários nomes: absoluta (ou pura), aleatória, atonal (ou dodecafônica), clássica, concreta, country, cromofônica, de câmara, de cena (ou incidental), de janízaros (ou turca), eletroacústica, de programa, descritiva, de estante (ou de facistol), folclórica, eletrônica, espacial, experimental de vanguarda, gospel, klesmer, instrumental, magnetofônica, minimalista, modal, pop, popular, programáticas, sacra, serial, sertaneja. Essa arte dos sons organizados está, portanto, em constante expansão. No futuro, talvez, o ser humano possa ouvir a música das esferas, tão decantada pelos pitagóricos.

 

 No dia 22 de novembro, comemoram-se o Dia da Música, do Músico, e de Dia de Santa Cecília, que é exaltada como a padroeira da música e dos músicos. A tradição conta que Santa Cecília cantava com tanta doçura, que um anjo desceu do céu para ouvi-la.

 

 

 Retirado do livro:'Datas Comemorativas cívicas e históricas', Paulinas Editora.
http://www.paulinas.org.br/diafeliz/?system=datacomemorativa&id=446


sábado, 21 de novembro de 2015

O Orgulho e o Medo da Intimidade

[...] O orgulho é um dos maiores impedimentos para a evolução dos relacionamentos. Assim como todas as matrizes do eu inferior, nós o criamos e alimentamos para nos proteger da dor. Ele é um guardião que está a serviço de impedir a nossa entrega, entrega ao outro. É uma entidade muito complexa, que tem centenas de agregados psicológicos. Um dos principais é a vergonha, ao lado da autoimagem idealizada, um conjunto de máscaras muito bem construído com base no medo, ao custo de tremendos esforços.


No mais profundo, temos medo de manifestar a verdade que somos. E para podermos nos mover no mundo, protegidos das nossas dores e da própria verdade, construímos essa autoimagem, que costumo chamar também de eu idealizado. Esse eu se torna tão concreto, tão grudado em nós, que passamos a acreditar que somos isso. Passamos a acreditar que essa é a nossa realidade final, que é tudo o que temos, e que se abrirmos mão das máscaras, não sobrará nada.


Mas o que precisa ser compreendido é que você não conhece o tudo que você é. Você não é apenas o que pensa  ser. A imagem que você faz de si mesmo representa apenas uma parte muito pequena de você. Pode ser muito difícil de acreditar, mas você é a própria fonte eterna do amor e luz. Para alguns, isso até pode ser ridículo. Mas estando identificado com as máscaras, você teme justamente revelar esse "tudo" que é você. Você teme estar trocando tudo por nada, mas é justamente o contrário. É como se um mendigo estivesse sentado em baú repleto de tesouros enquanto pede esmolas.


O orgulho, portanto, está a serviço do medo. Ele quer manter a autoimagem idealizada, que dá sustentação à falsa ideia de eu. Ele faz com que você tente controlar tudo para manter essa grande ilusão.



Fonte: Livro - AMAR e SER LIVRE
Sri Prem Baba

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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Defenda-se! Campanha de enfrentamento à violência sexual cometida contra...






Na Semana em que é celebrado o 26º aniversário da Convenção Internacional sobre os  Direitos da Criança, a Rede Marista de Solidariedade, por meio do Centro Marista de Defesa da Infância lança seu 10º vídeo da Campanha Defenda-se! Em respeito ao Princípio da Participação previsto no Artigo 12 da Convenção,  a nova história foi  desenvolvida junto a crianças e adolescentes do Centro Educacional Marista de São José (SC)! Com uma mensagem amigável de igualdade entre meninos e meninas, a narrativa discute os padrões de gênero da sociedade!













quinta-feira, 19 de novembro de 2015

No "Dia da Bandeira" - um poema cidadão!


GLÓRIAS POSSÍVEIS
 
Sou um pequeno cidadão,
Sou criatura muito feliz,
Nasci no planeta Terra,
E é o Brasil a minha raiz!
 
O Brasil é uma República,
E império já foi meu país,
Das coisas de minha terra
Sou sempre bom aprendiz!
 
15 de novembro de 1889,
A República foi proclamada,
Eu desejo crescer saudável
E ajudar minha pátria amada!
 
Mais que ser bom brasileiro,
Quero me tornar planetário,
Porque o Brasil e o Planeta
Precisam que eu seja solidário!
 
Vou crescendo e aprendendo,
Brincando, sorrindo, cantando,
No meu Brasil e no meu Mundo
Sonho viver sempre amando...!

Lauro Daros

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Tecendo Vidas





Com linhas coloridas e agulhas,

Teço vidas em palavras sonhos e ilusões.

Nada pode ficar solto.

Tudo tem que ter sentido:

Cores, formas, jeito, e trejeito.

Talvez, marcas genéticas,

Talvez, simplesmente o existir.

Objetividade possível,

Exatidão deveria ser o foco.

A transparência é necessária,

Para cumplice entendimento.

Paixão traz felicidade,

Principalmente se acompanhada.

Não deve haver distanciamento,

Pois a vida flui rápido!

Não obedeça a calendários

Programados pela humanidade.

Siga tão somente o seu.

Tempo?

Você o estica nas agulhas,

E dá o formato de seus sonhos,

Nas cores e formas das linhas,

Que habilmente compõem desenhos

Projetados interiormente.

Na vida sempre o tempo presente,

Torna-se o quadro afetivo que nos aproxima.

 

Célia Rangel

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Amai-vos...

Amai-vos um ao outro,
mas não façais do amor um grilhão.

Que haja, antes, um mar ondulante
entre as praias de vossa alma.

Enchei a taça um do outro,
mas não bebais da mesma taça.

Dai do vosso pão um ao outro,
mas não comais do mesmo pedaço.

Cantai e dançai juntos,
e sede alegres,

mas deixai
cada um de vós estar sozinho.

Assim como as cordas da lira
são separadas e,
no entanto,
vibram na mesma harmonia.

Dai vosso coração,
mas não o confieis à guarda um do outro.

Pois somente a mão da Vida
pode conter vosso coração.

E vivei juntos,
mas não vos aconchegueis demasiadamente.

Pois as colunas do templo
erguem-se separadamente.

E o carvalho e o cipreste
não crescem à sombra um do outro.


Gibran Kahlil Gibran -

Leia mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=1579 © Luso-Poemas

domingo, 15 de novembro de 2015

Prazeres

"Na Morada das Palavras, Rubem Alves", diz:

[...] Gosto do poema intitulado "Prazeres". Sem rima ou métrica, é uma simples enumeração de algumas das coisas que o faziam feliz. Vidros coloridos de um vitral.

A primeira olhada pela janela da manhã.
O velho livro de novo encontrado.
Rostos entusiasmados.
Neve, a mudança das estações.
O jornal.
O cão.
Tomar banho.
Nadar.
Velha música.
Sapato confortável.
Perceber.
Nova música.
Escrever, plantar.
Viajar.
Cantar.
Ser amigo.

Meus "Prazeres" seriam muito semelhantes, claro, sem a "neve"... "o nadar" e "o cão"... Assim, uma vida confortavelmente simples.
Abraço e bom domingo!
Célia Rangel

sábado, 14 de novembro de 2015

Reflexão.

" A paz resultante de uma auto revelação honesta é uma recompensa imediata e inegável.
As pessoas dispostas a compartilhar sua vulnerabilidade não precisam fazer constantemente o esforço exaustivo da repressão.
Não precisam colocar máscaras no rosto.
Não precisam realizar as contorções da compensação, da projeção, da racionalização. 
Fazem a mais longa jornada, que é a interior - para dentro de si mesmo.
O que elas veem e ouvem nessa exploração de seus espaços interiores gravam na fita da comunicação.
"Esse sou eu. Isso é tudo quanto sou, nem mais, nem menos.
Se você puder vir e comemorar comigo, ótimo.
Preciso lhe dizer isto:- não sou obrigado a agradar você. O que tenho a fazer é ser eu mesmo, minha verdadeira pessoa."

Texto de: Arrancar máscaras, abandonar papéis-John Powell - As estações do coração.


sexta-feira, 13 de novembro de 2015

A Vida em Paralelas





‘Freezerou-se’ meu ser

Petrificada vaguei pelo meu interior

Aos olhos projetou-se linda lua

Soberanamente só e dominante

Você alojou-se no pensamento

Bem macabros por sinal

Em um canto solitário

Adormeci...


Sonhei que

Entre folhas cinzentas e ressequidas

Caminhávamos olhar no olhar

Suas mãos afagavam meu rosto

Aconchegando meu gélido ser

Seguimos sem destino

O trajeto era o do amor

Ternura...


A luz do sol despertou meu corpo

Extasiada em outra realidade

Seguimos por sólidos caminhos

Que não se descongelam

Somos paralelas fugidias

Fantasiamos nossas esperanças

Já que não assumimos

Fugimos...


Célia Rangel.

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

A Mulher e sua Sombra




Vestiu-se de negra noite

Perambulou

Tateou portas e paredes

Fixou olhar pela vidraça

Luzes se apagavam

Uma a uma

Corpos se deitavam

Unidos ou sós

Vencidos pelo cansaço diário

Ou pelo cansaço do amor

Ofegou

E num suspiro

Adormeceu

Sonhou com a noite que chega

Revelando seres amorfos na penumbra

Silenciou-se assistindo ao escurecer da vida.


 
Célia Rangel