segunda-feira, 4 de abril de 2016

Refletindo sobre a arte de ser poeta...

LIMITES DA CONVERSAÇÃO

Caderno H - Mario Quintana

Há certas coisas que não haveria mesmo ocasião de as colocarmos sensatamente numa conversa - e que só num poema estão no seu lugar.

Deve ser por esse motivo que alguns de nós começaram, um dia, a fazer versos.

Um modo muito curioso de falar sozinho, como se vê, mas o único modo de certas coisas caírem no ouvido certo.


9 comentários:

  1. Perfeito...nela forma de expressar sonhar com as palavras e colocá-las em linhas certas...bonito isto!

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  2. Beleza pura essa,Célia! Lindo! Poesia desde o amanhecer...Entende quem sabe perceber!bjs, chica

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  3. Pessoas "ouvem" o poema que não seria aceito de outra forma.Muito interessante a colocação de Quintana.Bom dia, Célia!

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  4. Olá Célia,

    Não faço versos, mas sinto que é exatamente assim. Num poema cabe tudo, além de ser um perfeito e sublime instrumento de comunicação entre as almas sensíveis, que conseguem lê-los à altura da inspiração poética.

    Admirável Quintana.

    Ótimo dia e feliz semana.

    Beijo.

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  5. Um poema muda tudo!!!

    bjokas =)

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  6. Magnífica expressão a definir a Poesia. Só Quintana e a tua preciosa escolha.


    Beijo
    SOL

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  7. Oi, querida amiga, Célia Rangel !
    É essa visão que se tem do poeta
    e dos seus textos. Ele pode tudo,
    até colher flores soltas no ar...
    Um carinhoso abraço, aqui do Brasil.
    Sinval.

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  8. E é bem isto, Célia.
    Só no poema pode abrir o coração...
    E "ouça" quem tem ouvidos!
    Quintana, um expert no assunto!
    Abração Célia, um ótimo dia!
    Mariangela

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Célia Rangel,
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