quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Dualidade


A elegância no ser e no agir anônimo
Traz uma única reação – a da sabedoria
Na diversidade experiente da vida
Selecionam-se amores contrastantes
Alguns se diluem e desaparecem
Outros se exacerbam enraizando.

Fazendo a leitura de mundo das pessoas
Isso tudo é mágico e só percebe quem é divino
Aquele que faz do corpo e da alma altares de luz
Onde conflitos do bem e do mal contundentes
Transcendem ao instinto da moral mofada e deteriorada.

Tempestades varrem de nossas faces sonhos
Perpetua-se a realidade!

No sonho do amor equilibramos fé e esperança
Na realidade da matéria – o corpo busca o prazer – o gozo
Se essa imagem: corpo e alma não se fundirem
Seremos apenas sopro de vida – não vida!


Célia Rangel


8 comentários:

  1. Tão lindo te ler,Célia e a inspiração maravilhosa:a dualidade que nos faz refletir! beijos, lindo dia! chica

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  2. Olá, Célia.

    Lindo! "Aquele que faz do corpo e da alma altares de luz". Comentar mais o que? Parabéns!

    Um abração.

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  3. Bom dia, querida Célia!
    Tenhamos vida plena pois o Mestre deseja muito isso!
    Muito bonito e nada de sermos apenas sopro de vida, Deus nos ajude!
    Bjm muito fraterno

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  4. Celia, quanta sabedoria nessa linda poesia! Dificil encontrar o equilibrio nessa dualidade da existencia,mas quem o consegue tem o segredo da paz e da felicidade! bjs,

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  5. O corpo vai, a alma fica.
    Na doação, re(vivemos).
    Gostei muito, Célia. BJ :)

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  6. Muito bem frisada poeticamente a dualidade de espírito e da carne, do físico e do transcendental...
    Abraço, Célia.
    ~~~~~~~~~

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  7. A separação, por avaliação consciente, entre Corpo e Alma, é uma das Leis reguladoras do bem estar físico e psicológico.
    Poema muito pertinente para as gentes de "agora".

    Beijo
    SOL

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