terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Ceia de Vida


Na partilha do amor,
Saudade...
Flui a linguagem do olhar.


Interiormente, mesa posta,
Redenção...
Perdão e aceitação.


O pão da vida para todos,
Há fome...
De paz, de justiça, de ternura.


Forasteiros somos todos...
Vagamos por espaços arenosos
Carentes de refúgio sólido.


Ser iluminado brilha,
Doando sua luz como diretriz
Para a evolução da humanidade.


Saciada a mendicância social,
Sobrevive em nós a magia
Dos amores renovados!



Célia Rangel


2 comentários:

  1. Que lindo Célia, nessa época do ano nossa alma se eleva e consegue criar belos versos poéticos de amor, esperança, fé, bem assim!
    Abraços apertados!

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  2. Descreve perfeitamente nossa contingência diária...
    Grande abraço Célia!

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