quinta-feira, 16 de março de 2017

SEM LIMITES 




Suave foi minha brisa de verão

Onde pude ver seu vulto

Vagando amorosamente

Na chuva de verão

Fugi na tempestade do final da tarde

Para amenizar a dor da minha saudade

Enrolei-me nas águas e me perdi

Agora serei folha caída no outono

Mas nada terá o poder de me angustiar

De arrebatar minhas forças com regras sociais

Com tranquilidade o Universo me leva ao seu encontro

Respiro nosso desejo de conexão

Na maravilhosa definição de sua existência

Sem  fuga nossas vidas escolheram-se

Arrebatando-nos para outra dimensão

Onde não seremos cobrados, analisados, avaliados

Livres, eternamente livres em nosso amor



Célia Rangel


6 comentários:

  1. Bom dia, Célia.

    Belo versar do amor atemporal que transcende às estações, o estar, o não estar... Exaltação do ser.

    Um abraço.

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  2. Um mundo onde não fôssemos cobrados, analisados e avaliados seria o paraíso...
    Magnífico poema, gostei muito.
    Célia, continuação de boa semana.
    Beijo.

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  3. Boa noite, querida Célia!
    A liberdade no amor e em tudo na vida, é o melhor que acontece... dá condições de discernimento...
    Bjm muito fraterno

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  4. Cada vez me surpreendo mais com suas belas palavras...elas tocam a alma!

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  5. Amar não é uma escolha consciente; o Amor, esse sim, é quem escolhe para além da nossa vontade.
    Belo.


    Beijo
    SOL

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  6. Estimada poetisa, sinto-me exatamente como descreveu dom tanta arte e esplendor.
    Também eu sou uma folha de outono, livre, em sintonia com a natureza e consigo.
    Grande abraço.
    ~~~~~~~~

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Célia Rangel,
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