quinta-feira, 22 de junho de 2017

Revolucionar...

Fazer diagnóstico da vida...
É descobrir fatos, coisas e pessoas,
Que revolucionam toda uma existência.
Na serenidade invadem uma verdade
Que vivia abafada, consumida, morta...
Brota borbulhante e límpida como fonte,
Abastece alma e coração,
Matam a tranquilidade...
Quando tudo parecia arrumado,
Desce uma cachoeira de emoções,
Que vai moldando rudezas,
Transformando sentimentos,
Encorajando novos rumos,
Novas pistas de fuga,
Desvio?
É melhor...
Ficar na obscuridade que expor-se a novas descobertas?
Assim, perde-se no ímpeto da fuga, o prazer de novas sensações!
Célia Rangel


9 comentários:

  1. Não adianta nos esconder da vida... enfrentar.encarar e sentir as emoções! Linda! Bjs chica

    ResponderExcluir
  2. Que poema lindo, realmente a vida nos surpreende com enxurrada de emoções que "bagunçam" nossos planos.
    Beijos

    ResponderExcluir
  3. Viver é isso, sentir a vida e encarar com coragem, nunca perder o entusiasmo!
    Amo viver todas as emoções, muitas vezes se misturam e viram uma "bagunça", mas tudo volta ao normal quando se está disposto a ser feliz, felicidade existe, ainda bem!
    Abraços linda amiga!

    ResponderExcluir
  4. Querida Amiga, Célia Rangel !
    Análise e questionamento, em ritmo
    poético, muito bem construído.
    Parabéns, um ótimo final de semana,
    com o meu carinhoso abraço, aqui do Brasil !
    Sinval.

    ResponderExcluir
  5. Persistir, teimar com a Vida e ela será levada pelos Caminhos que pretendemos certos.
    Poema fantástico, Célia.


    Beijo
    SOL

    ResponderExcluir
  6. A memória das emoções tem dessas coisas: ou nos alegra, ou nos comove, ou nos magoa...
    Um beijo, Célia.

    ResponderExcluir
  7. O "implanejável" animal humano,
    Já não tem plano por ser ser mortal
    Ah... teorias!.. Ah sonho e ser real
    Risca o roteiro em ser soberano.

    Mas o destino não é um tirano
    Nós o fizemos. Sobrenatural
    É nossa alma apenas e imortal
    Segundo minha crença onde me dano

    Por ver a alma também não ter plano
    E o que eu acho, talvez, salvo engano
    É que não sei quem sou. Sem conhecer

    Ser que é o meu ser eu me ufano
    Em ser eu mesmo o novo veterano
    Que verte sonho e só é o seu ser.

    Grande abraço. Laerte.

    ResponderExcluir
  8. Até pessoas e situações ruins conseguem moldar uma existência. Vi isso na prática. Acredito que revolucionei a minha existência. Muito bom ler este poema, muito reflexivo, amei.

    ResponderExcluir
  9. Procuro não buscar muito, já chega o que encontro sem buscar. Bjs

    ResponderExcluir

Seu comentário evidencia o seu 'pensar'.
Saiba que aprendo muito com você.
Obrigada, meu abraço,
Célia Rangel,
Autora responsável pelo blog.
Obs.: NÃO POSTAREI COMENTÁRIOS ANÔNIMOS.