sábado, 19 de agosto de 2017

Leitura revigorante para o final de semana!

‘A felicidade depende da forma como olhamos o mundo’ –
Tal Ben-Shahar


“A primeira lição que dou na minha aula é que nós precisamos nos conceder a permissão de sermos seres humanos. Isso significa vivenciar emoções dolorosas, como raiva, tristeza e decepção. Temos dificuldade de aceitar que todo mundo sente essas emoções às vezes. Não aceitar isso leva à frustração e à infelicidade.”
– Tal Ben-Shahar, em entrevista a revista ‘Exame’, 20.11.2014.

Escritor, conferencista e antigo professor de Psicologia Positiva e Psicologia da Liderança, em Harvard, onde se formou em Filosofia, Psicologia e Comportamento Organizacional, Tal Ben-Shahar ficou mundialmente conhecido como o homem que dava «cursos de felicidade» – os mais procurados da prestigiada universidade norte-americana (Universidade Harvard). Não é fã de livros de auto-ajuda, daqueles que prometem a felicidade eterna em dez passos, mas garante que a felicidade não é tão difícil de alcançar como pensamos.

Leia entrevista completa em:
http://www.revistaprosaversoearte.com/felicidade-depende-da-forma-como-olhamos-o-mundo-tal-ben-shahar/

5 comentários:

  1. Sem sombra de dúvida, apenas pela amostrinha, uma leitura que faz bem... Vale ler com calma! bjs, lindo domingo,chica

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  2. Não é fácil aceitar comportamentos que envolvem a estética, principalmente os costumes e a fé, do outro. (inveja?)...

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  3. Olá amiga!
    Mais uma maravilhosa postagem. Verdade querida, a felicidade não está no outro está dentro de nós e como bem escreveste, depende da forma como olhamos o mundo.

    Que seu fim de semana seja de paz e muita saúde e que Jesus continue iluminando os seus caminhos. Abraços, da amiga Lourdes Duarte.

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  4. Uma grande verdade! Estou a passar por um momento desses.
    Nós por aqui estamos a passar um inferno, rodeados de incêndios, um terror. Casas ardidas, aldeias consumidas pelo fogo que desapareceram do mapa, pessoas mortas. Amanhã verei se consigo falar deste pavor. Beijinhos

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  5. Irei certamente ler a entrevista, pois que, como pessoa e pedagoga, partilho deste pensamento. Quanto a livros de auto ajuda, não passam de negócio; quem os escreve sabe que há um público imenso ávido de receitas prontas a consumir.
    Grata pela partilha.
    Bjinho, Célia

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